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Seis previsões para Big Data em 2014

No ano que vem, os negócios irão colocar ainda mais foco em Big Data e uma grande ênfase em analytics, segurança e privacidade relacionados a dados e uma nova geração de aplicações cognitivas. Em alguns casos, haverá até uma nova posição na diretoria: o Chief Data Officer.

Isso foi elucidado por Inhi Suh, vice-presidente da IBM para Big Data, integração e governança. Suas previsões para 2014 são baseadas, em parte, no feedback que a IBM tem recebido de seus clientes corporativos. Aqui estão seis maneiras com as quais organizações vão reagir ao fenômeno de Big Data no ano que vem, segundo a especialista:

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1. Mais analytics, menos intuição. As empresas vão cada vez mais ser orientadas por dados e irão aplicar insights derivados de analytics em operações chave para o negócio. A tomada de decisões intuitivas irá diminuir de forma que as empresas ?coloquem analytics em tudo que os funcionários tocam?, diz Inhi. Exemplos incluem operações do dia a dia, processos máquina a máquina (M2M) e sistemas de gestão.

2. Privacidade e segurança serão coisa séria. Organizações em 2014 farão um esforço ainda maior para construir políticas de segurança, privacidade e governança dentro de seus processos de Big Data. Isso pode envolver ações cuidadosas de equilíbrio à medida que as companhias desenvolvem projetos de inovação geridos por dados que darão insights ao mesmo tempo em que ameaças podem emergir.

3. Investimentos maiores em Big Data. Insights com base em Big Data não surgem do nada, claro, particularmente quando envolvem gastos com uma plataforma, como o Hadoop. Mas isso não vai frear empresas de investir em plataformas de Big Data. Novas aplicações em 2014 permitirão uma maior gama de analytics, incluindo ?planejamento, dashboards e relatórios, análises preditivas, recomendações e novas capacidades cognitivas? para dados sociais, móveis, transacionais, entre outros.

4. Bem-vindo, Chief Data Officer. Parece que há espaço para mais alguém no topo. Mais organizações em 2014 começam a trazer o CDO no board. Como o nome mesmo implica, esse novo membro dos executivos C-level será o campeão dos dados da empresa e encontrará maneiras de extrair insights importantes de novas formas de informações digitais. A IBM cita estatísticas do Gartner que mostram alguns dos 100 CDOs em empresas hoje, mais de duas vezes o número de executivos com este cargo em 2012.

5. Aplicativos de Big Data mais inteligentes. Muitas empresas de software estão trabalhando em aplicações de Big Data desenhadas para trazer à tona o poder do analytics para massas, reduzindo a resiliência das organizações em contratar cientistas de dados altamente capacitados e caros. O próximo ano trará um novo ecossistema de desenvolvedores, ISVs e startups que criarão uma nova classe de aplicações cognitivas. Esses programas aprenderão e melhorarão a experiência, ajudando organizações a resolver problemas complexos.

6. Dados externos são importantes como dados internos. Como todo profissional por dentro de Big Data sabe, o crescimento explosivo das mídias sociais, dispositivos móveis e sensores de máquinas está gerando uma nova categoria de bits que sequer existiam alguns anos atrás. Alguns desses dados são gerados dentro da organização, mas uma maior porcentagem é criada fora ? streams do Twitter, por exemplo.

Em 2014, os negócios encontrarão mais maneiras para atingir esse mix de dados estruturados e não estruturados, ajudando a as organizações a melhor atenderem as necessidades de seus clientes e funcionários. As vantagens para serviços ao consumidor, por exemplo, podem ser a análise de feeds em redes sociais para responder mais rapidamente às reações dos clientes (especialmente os insatisfeitos). E times compostos por pessoas podem garimpar os dados compartilhados por funcionários para recrutar, desenvolver e reter de maneira mais bem-sucedida os talentos, conclui Inhi.

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Redação
12 anos ago

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