A terceirização de serviços de TI sempre está na pauta dos CIOs. Entre os 189 líderes de TI que responderam o estudo Antes da TI, a Estratégia, realizado pela IT Mídia, e que representam o grupo de 501 a mil maiores empresas do País, a pretensão de aumentar o número de serviços terceirizados foi de pelo menos 40,2%. Enquanto isso, renegociações contratuais ficou em segundo lugar, com 36,3%.
Esse resultado se inverte quando comparado com as empresas do grupo de 1 a 500, onde 37% consideram a renegociação e 35% informaram a intenção de aumentar os serviços terceirizados.
Os dados foram revelados em apresentação conduzida por Sergio Lozinsky, experiente consultor e parceiro no desenvolvimento do estudo, durante o IT Forum+, realizado entre os dias 16 a 20 de agosto na Praia do Forte (BA).
Um ponto destacado pelo consultor e que desafia o aumento da terceirização é a capacidade de administrar contratos e a dependência maior dos profissionais que executam atividade importantes.
Os setores que mostraram mais propensos ao aumento desses serviços foram comércio, serviços e holdings, de acordo com estudo.
Diante desse quadro, destacou Lozinsky, o CIO se torna um orquestrador da TI. Na avaliação do consultor, esse quadro não é negativo, mas exige uma habilidade de gestão muito superior. Ele listou ainda vantagens e desvantagens do modelo, apontados abaixo:
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