Velocidade, desempenho, segurança, interoperabilidade e interatividade. Para os mais céticos que leram o título da matéria, pode parecer que não, mas estou mesmo falando do Internet Explorer 10. Mas estes foram os adjetivos mais usados por Chewy Chong, gerente sênior da Microsoft para o IE, que esteve em São Paulo, na sede da Microsoft, para apresentar algumas novas funcionalidades da próxima geração do navegador da companhia fundada por Bill Gates.
Como sabemos, a Microsoft apostou alto este ano no desenvolvimento de uma série de novas ferramentas e atualizações de softwares e serviços, num movimento que trouxe à tona uma companhia voltada à experiência integrada no uso de soluções, o que, novamente, deixou os céticos ainda mais céticos e os otimistas com os olhos bem atentos aos próximos passos da empresa de Redmond. O IE 10 é mais uma dessas apostas, juntamente com o recém-lançado Windows 8.
Chong dividiu os novos esforços da Microsoft por partes:
Com licença
Para deixar registrado, minha opinião é de que a Microsoft acertou a mão no Internet Explorer 10, mas a experiência completa fica muito refém dos dispositivos que permitem o toque – algo bastante distante da base instalada de computadores no Brasil, que vai levar um tempo para ou migrar para o Windows 8 (e continuará sem essa interação) ou comprar um tablet, notebook, all-in-one ou smartphone com o novo IE.
A experiência entregue pelo navegador é bastante válida e a simplicidade impera no novo desenho do browser. Neste mundo de permissões e acesso ao conteúdo da internet, cada navegador se diferencia em determinado ponto. Desta vez, acredito, a Microsoft acertou em ouvir as reclamações dos usuários para a criação dessa nova experiência. Agora é o momento de trabalhar o estigma de que o Internet Explorer é bom apenas para baixar os outros browsers. Volta a ser uma alternativa de peso.
A Microsoft criou um vídeo para a nova campanha do Internet Explorer 10, que já foi bastante disseminado na rede, mas que continua, por assim dizer, atual no coração de quem “ama odiar” o browser da Microsoft – aliás, ações como essa serão essenciais para que a companhia modifique, aos poucos, a cabeça do usuário.
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