No contexto que vivemos não há mais tempo, nem espaço para resistências.
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Estamos vivendo uma economia humanizada, em uma realidade de rápida transformação tecnológica, na qual o ser humano, seus valores e habilidades são a real fonte de diferenciação.
Neste sentido a mudança vai afetar a todos, o tempo todo, e a necessidade de adaptação se torna ainda mais presente.
A inteligência artificial e a robotização pronunciarão o valor das relações humanas e, aqui, voltamos à importância do autoconhecimento, nossa “conversa” anterior. É necessário conhecer nossas fortalezas e nossas fraquezas, para nos abrirmos para o novo, com viés de desenvolvimento.
Para começar a desenvolver a habilidade de se adaptar mais rapidamente aos diferentes cenários que surgirão, vou te passar algumas dicas para “alongar sua musculatura”.
Comece fazendo diferente o que sempre fez de uma determinada forma. Infelizmente temos a tendência de fazer as coisas sempre do mesmo jeito e isso leva sempre, na melhor das hipóteses, aos mesmos resultados.
Se obrigue a fazer diferente!
Todos os dias, reflita o que aprendeu naquele dia, que feedbacks recebeu e que mudanças fará já em seu comportamento no dia seguinte.
Atenção: aprenda a pedir feedback e receber sem se sentir ofendido(a). Não justifique! Escute, agradeça e reflita.
Busque conhecer e entender outros pontos de vista sobre um mesmo tema. Peça opinião e sugestão.
Inclusive, se puder fazê-lo com pessoas bem diversas, melhor. Nosso repertório ampliará muito se buscarmos conhecer como pessoas de diferentes histórias, idades, culturas, atributos físicos e escolhas vêem a mesma coisa.
Aplique as 3 dicas e verá o quanto conseguirá ampliar a sua flexibilidade à mudança.
Até a próxima: resiliência evolutiva !