A retenção do conhecimento é um assunto que está se tornando relevante para os gestores na era 4.0
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Abordaremos um assunto de muita importância dentro da Gestão do Conhecimento: a retenção do conhecimento. As organizações têm uma grande preocupação em valorizar os ativos intangíveis, o capital intelectual, bem como a forma coerente de retenção do conhecimento. Contudo, nem sempre estão fazendo o dever de casa.
Vimos nos posts anteriores que o conhecimento tem aspectos distintos, podendo ser do indivíduo, do grupo, da organização ou da rede que interage entre organizações.
Neste contexto, o conhecimento pode se dispersar e se perder facilmente:
A retenção do conhecimento inclui todas as atividades da gestão do conhecimento que conservam o conhecimento. A retenção inclui, também, as atividades que mantêm a viabilidade de o conhecimento estar dentro do sistema. Nem todas as ferramentas de gestão do conhecimento focam na retenção. Algumas ferramentas, dentre elas o e-mail, não possibilitam a retenção; o foco destas ferramentas é apenas a transferência!
Frequentemente só há formas de retenção de conhecimento tácito dos participantes por meio da socialização (conhecimento tácito para tácito). Dados e informações podem estar em práticas não descritas ou informais, o que compromete a retenção. Capturar o conhecimento de uma experiência é um trabalho árduo. Se sabe que este exercício despende tempo e esforço consideráveis.
Algumas perguntas devem ser feitas para que o caminho rumo a retenção seja viável:
Uma vez respondidas estas perguntas, deve-se partir para um projeto de retenção, cujas etapas devem incluir:
Bem, alguns destas etapas vamos abordar detalhadamente em posts futuros.