Todo ano é a mesma coisa... janeiro chega e são muitos os compromissos financeiros para honrar e aí o ano começa apertado.
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Todo ano é a mesma coisa… janeiro chega e são muitos os compromissos financeiros para honrar e aí o ano começa “apertado”.
Precisa sempre ser assim?
Claro que não.
Vamos iniciar hoje uma série que tratará de várias facetas deste tema.
Para começar é preciso te dizer uma coisa: as influências que recebemos na infância moldam o modelo financeiro e podem conduzir a pensamentos e hábitos autodestrutivos. Portanto, se quer mudar os frutos, mude as raízes !
Se o dinheiro está curto, precisamos mexer na causa. Pegue lápis e papel e responda:
1) Na sua infância que frases ouvia sobre o dinheiro, riqueza e pessoas ricas?
Frases negativas ou limitantes sobre este tema são extremamente perigosas pois quando o subconsciente tem que optar entre a lógica e as emoções profundamente enraizadas, as emoções quase sempre vencem.
2) Como você se relaciona com o dinheiro? Conhece alguém próximo a você que lida da mesma forma?
Quando crianças aprendemos quase tudo a partir dos exemplos que observamos. Provavelmente seu modo de ser se relaciona com um dos seus pais ou com ambos em matéria de dinheiro.
3) Na sua história de vida há episódios específicos relacionados, negativamente, com o tema?
4) Você está “programado para ter uma renda baixa, média ou alta”?
Após esta reflexão você terá maior clareza do modelo mental que tem programado em relação ao tema de prosperidade financeira.
E se perceber que possui um modelo limitante, é necessário renunciar, de forma consciente, a qualquer conceito que não o ajude a conquistar a riqueza e substituí-lo por outros que façam isso.
Recomendo que leia “A Ciência de ficar rico”.
E como diria Tony Robbins: “O dinheiro é apenas uma percepção, um conceito abstrato. Ou o usas ou ele te usa. ou você domina, ou é dominado por ele.”
Nas próximas semanas vamos aprender a dominá-lo.