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Ghassan Dreibi, Diretor de Cibersegurança LATAM, explica as descobertas do Relatório , destacando o grande aumento de ameaças criptografadas, perfil dos atacantes e formas de defesa. Relatório revela que líderes de segurança apostam em automação, machine learning e IA. Clique na imagem abaixo para assistir.
Gravado na Cisco dia 22/02/2018

PAPOFÁCIL #143 Cisco Relatório Anual de Cibersegurança
Link para obtenção do relatório

Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco revela que líderes de segurança apostam em automação, machine learning e IA
Resultados da edição 2018 do relatório mostram que 39% das organizações dependem de automação, 34% dependem da machine learning, e 32% são altamente dependentes de inteligência artificial
SAN JOSE, Califórnia – 22 de fevereiro de 2018 – A sofisticação de malwares está aumentando à medida em que os adversários começam a armar os serviços de nuvem e a evitar a sua detecção por meio de criptografia, usada como uma ferramenta para ocultar atividades de comando e controle. Para reduzir o tempo de operação dos adversários, os profissionais de segurança disseram que gastarão mais em ferramentas que usam inteligência artificial e machine learning, além de aproveitar mais as suas vantagens, conforme informado no 11º Relatório Anual de Cibersegurança (ACR, sigla em inglês) de 2018 da Cisco®.
Embora a criptografia tenha como objetivo aumentar a segurança, o volume maior de tráfego da web criptografado (50% em outubro de 2017) – tanto legítimo quanto malicioso – criou mais desafios para os defensores que tentam identificar e monitorar ameaças potenciais. Os pesquisadores de ameaça da Cisco observaram um aumento de mais de três vezes na comunicação de rede criptografada, usada por amostras de malware inspecionadas ao longo de um período de 12 meses.
Aplicar o conceito de machine learning pode ajudar a melhorar as defesas de segurança de rede e, ao longo do tempo, “aprender” como detectar automaticamente padrões incomuns nos ambientes criptografados de tráfego da web, nuvem e Internet das Coisas (IoT). Alguns dos 3.600 diretores de segurança da informação (CISOs, sigla em inglês) entrevistados para a edição 2018 do relatório da Cisco Security Capabilities Benchmark Study declararam que estavam confiantes e dispostos a acrescentar ferramentas como machine learning e inteligência artificial, mas se frustraram pelo número de falsos positivos que esses sistemas geram. Embora ainda estejam em um estágio inicial, as tecnologias de inteligência artificial e de machine learning ao longo do tempo amadurecerão e aprenderão o que é uma “atividade normal” nos ambientes de rede que estão monitorando.
“A evolução do malware no ano demonstra que os nossos adversários seguem estudando”, disse John N. Stewart, vice-presidente sênior e Chief Security and Trust Officer da Cisco. “Desta forma, temos que aumentar o desafio agora – com decisões tomadas a partir da liderança, investimentos em tecnologia e práticas de segurança efetivas – o risco é muito grande, e depende de nós a sua redução”.
Destaques adicionais do Relatório de Cibersegurança de 2018 da Cisco
Esses ataques podem afetar os computadores em grande escala e podem persistir por meses ou mesmo anos. Os defensores devem estar cientes do risco em potencial de usar software ou hardware de organizações que não parecem ter uma postura de segurança responsável.
Os defensores estão implementando uma variação complexa de produtos de uma variedade de fornecedores para se proteger contra brechas de segurança. Essa complexidade e o aumento de violações têm muitos efeitos na capacidade de uma organização se defender contra-ataques, como o risco maior de perdas.
Recomendações adicionais para defensores:
Sobre o Relatório:
O Relatório Anual de Cibersegurança de 2018 da Cisco, agora em seu 11º ano, destaca as descobertas e os insights derivados das tendências de inteligência de ameaças e cibersegurança observadas nos últimos 12-18 meses, com base em pesquisas de ameaças e seis parceiros de tecnologia: Anomali, Lumeta, Qualys, Radware, SAINT e TrapX. Além disso, estão incluídos no relatório os resultados do estudo anual Cisco Security Capabilities Benchmark Study (SCBS), que neste ano entrevistou 3.600 diretores de segurança (CSOs) e operações de segurança (SecOps), de 26 países, sobre a situação da cibersegurança em suas organizações.
Recursos de apoio
Relatório anual de Cibersegurança de 2018 da Cisco
Blog da Cisco: Setting the Cybersecurity Bar Higher – Announcing the Cisco 2018 Annual Cybersecurity Report
Gráficos de Relatório Anual de Cibersegurança de 2018 da Cisco
Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia, que tem feito a internet funcionar desde 1984. Seus colaboradores, produtos e parceiros ajudam a sociedade a se conectar com segurança e a aproveitar hoje as oportunidades da transformação digital do futuro.
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