Coleman diz que numa escala de um a dez os anúncios do site seriam classificado como três em termos de intrusão. O vice-presidente explica que, para tornar no modelo eficiente, teria de chegar a seis. “Estamos num negócio. O Yahoo se tornou uma empresa comercial? Sim. Vamos ter de pisar no calo de algumas pessoas? Sim. A fase do gratuito para todos acabou. E isso causará uma certa dor nos usuários”, afirma o executivo.
De acordo com Coleman, além dos anúncios online, o portal procura novas fontes de faturamento. “Estamos tentando fazer mais dinheiro com serviços especiais. Nosso plano para os próximos três anos é conseguir 50% do faturamento em serviços”, declara.
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