Universitários ignoram as políticas de TI, diz estudo

Publicado:

Leitura 2 minutos

Universitários ignoram as políticas de TI, diz estudo

Os jovens profissionais ignoram as políticas de TI. A conclusão é de um estudo – que examina as demandas e o comportamento da próxima geração de trabalhadores em relação ao acesso a rede, liberdade de dispositivos móveis, mídias sociais e estilos de vida profissional – realizado pela Cisco e divulgado na quarta-feira (14/12).

A pesquisa aponta que sete em cada dez não levam em conta as regras de segurança adotadas pela empresa. O Brasil segue a média mundial, com 69% dos entrevistados afirmando que violam as políticas de TI.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

No País o percentual de jovens com identidade roubada foi de 22% entre os profissionais e universitários.  Se aplicarmos isso a um grupo maior de pessoas, dois em cada cinco universitários no mundo afirmaram conhecer amigos ou familiares que sofreram roubo de identidade.

De acordo com o estudo, o desejo por acesso sob demanda à informação está tão impregnado na próxima geração de profissionais que muitos deles usam medidas extremas para acessar a internet, mesmo que isso comprometa sua empresa ou sua própria segurança. Esse comportamento inclui usar secretamente as conexões sem fio de vizinhos, sentar-se na frente de empresas para acessar redes Wi-Fi gratuitas e emprestar os dispositivos a outras pessoas sem supervisão.

Outro dado que chama a atenção para o risco que a nova geração corre ao utilizar a internet é que um em cada três (33%) universitários, no âmbito global, não vê problemas em compartilhar informações pessoais on-line, acredita que as fronteiras da privacidade estão se afrouxando ou nem pensa em privacidade. No Brasil este percentual é um pouco menor, com 19% dos universitários com esta atitude. Dessa forma, a maioria, 81%, está preocupada com o tipo de informação compartilhada on-line.

Para finalizar, pelo menos um em cada três profissionais (36%) afirmou não respeitar seu departamento de TI.

 

Notícias relacionadas

Ver mais Seta para direita