Há cerca de 10 anos, o poder judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª região do Mato Grosso aplicou uma verba direcionada para o planejamento e gestão da área de comunicação do tribunal. O objetivo principal desse investimento era tornar mais acessível o trabalho deles à população.
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“Um dos pilares para esse investimento era garantir a transparência”, explica Leandro Gomes, responsável pela coordenadoria de comunicação social do TRT23 de Mato Grosso, complementando que o trabalho no tribunal envolve o esclarecimento de direito de trabalhadores e prevenção.
Com isso, também foi criada uma equipe responsável pela cobertura de julgamentos e pela comunicação de casos no geral, como a veiculação de notícias e gravação de programas. De acordo com Gomes, toda a comunicação do TRT é composta por 13 pessoas, incluindo jornalistas, designers e a equipe de administração.
Os programas e as matérias que eram produzidas ficavam arquivados em DVD ou em um HD externo, comenta Gomes. O problema surgiu por conta da grande quantidade de pessoas que gerenciavam um mesmo conteúdo – mais pessoas, menos organização. “Qualquer vídeo institucional que precisávamos fazer, matérias para a televisão, era preciso imagens”, conta o especialista. “Chegamos ao ponto, então, da necessidade de um sistema de gerenciamento mais eficiente”, completa.
Para ajudar nesse quesito, o tribunal adotou uma solução da AD-Digital, com o intuito de gerenciar o conteúdo audiovisual e permitir que a parte de comunicação pudesse ampliar seus propósitos com êxito – como, por exemplo, possibilitar a transmissão de julgamentos on-line.
Para se ter uma ideia do tamanho do conteúdo armazenado, Gomes explica que a solução contratada comporta 48 terabytes. “São 30 GB usados só para a área de jornalismo desde o começo do ano”, conta, complementando que a previsão é que a demanda cresça cada vez mais, visto que são necessários cerca de 10 GB por sessão, sendo 10 o número de sessões realizadas mensalmente.
A solução da AD-Digital supri não somente a demanda por armazenamento, mas também trouxe eficácia ao trabalho realizado pela área de comunicação do TRT23. “Precisávamos de imagens para audiência pública, buscar metadados. Com a solução, trouxemos ao mesmo tempo a agilidade necessária e a facilidade para que várias pessoas pudessem acessar as informações de que necessitavam”, conta Gomes.
Além disso, a plataforma também trouxe autonomia para a equipe. “Trabalhávamos em uma estrutura analógica e não tínhamos nada dentro da rede. Era preciso levar arquivos de uma máquina para outra a fim de realizar as edições e isso é inviável ter velocidade quando há mais de uma pessoa trabalhando junto dessa forma”, observa o profissional. “Repensar o fluxo de trabalho e alterar a forma de operação tornar o conteúdo acessível a todos foi essencial. E cada componente da equipe independe do outro, o que trouxe agilidade. A equipe é pequena, então se não for ágil não há como entregar o trabalho.”
A solução de Ingest de sinal de vídeo SD/HD SDI, simplificou o fluxo de trabalho, pois a gravação dos dados capturados possibilita a inserção de metadados e facilita a criação de subpastas, favorecendo ao operador a escolha do local previamente definido para gravação e armazenamento.
A gravação digital com gestão de arquivos da AD-Digital, também possibilitou ao TRT23 publicar vídeos de forma simples no YouTube, bem como o compartilhamento via redes sociais dos conteúdos gravados – demandas que fazem parte dos planos futuros do tribunal com relação à ampliação da transparência de seu trabalho junto ao público. “Queremos no futuro investir em um site melhor e a previsão é adquirir mais equipamentos e capital humano para incluir na equipe para 2016”, encerra Gomes.