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Transformação digital: três previsões para 2017

Um dos temas mais falados do ano, a transformação digital continuará a evoluir em 2017. De olho nesse cenário, a BMC divulgou três previsões para esse mercado nos próximos meses. Confira abaixo:

1. Experiência dos funcionários
Para Monika Fahlbusch, vice-presidente sênior de Experiência do Empregado da BMC, a geração milênio foi catalisadora da tendência do trabalho digital, mas o futuro do trabalho exige foco intencional sobre a experiência de todos os funcionários. “Assim como os aplicativos transformaram nossas vidas pessoais, as empresas precisam se concentrar em entregar disrupção aos funcionários no ambiente de trabalho”, observou.

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Em sua visão, em 2017, empresas vão criar experiências centradas no funcionário, alinhadas às mudanças digitais e culturais necessárias para atender às demandas modernas sobre onde, quando e como os colaboradores trabalham.

O foco deixará de ser no serviço de TI, passando a concentrar-se na satisfação do funcionário – visto como um consumidor -, capacitando a força de trabalho para que esta seja profissionalmente bem-sucedida e pessoalmente satisfeita. Organizações com empregados engajados superam em mais de 200% aquelas empresas que não conseguem engajá-los.

2. Maior vigilância imposta por hackers
Na opinião de Bill Berutti, presidente de Gerenciamento de nuvem/Automação de Data Center e Vice-Presidente Sênior de Enterprise Solutions da BMC, em 2017, as equipes de segurança e operações devem trabalhar de maneira ainda mais próxima, já que os hackers continuarão a tomar o caminho de menor resistência, explorando vulnerabilidades comuns e sem correções para ter acesso às organizações e seus dados críticos.

Com muitos editores de software agora liberando patches críticos “em massa”, os hackers passam a ter mais tempo para explorar novas brechas. Cada aplicativo ou dispositivo não verificado é uma porta aberta para que hackers explorem vulnerabilidades conhecidas que, em média, demoram 193 dias para serem corrigidas. 

“Para identificar onde as vulnerabilidades mais perigosas se escondem, empresas precisam aumentar sua vigilância, assumir uma postura de segurança proativa e passar a ter uma visão mais holística das vulnerabilidades em toda a organização. Isso significa um foco mais agressivo no gerenciamento de vulnerabilidades, a fim de reduzir a superfície de ataque e o risco associado à organização”, alertou.

3. Acelerar negócios
Paul Appleby, vice-presidente-executivo de Vendas globais e Marketing da BMC, observa que o termo ‘transformação digital’ foi utilizado à exaustão em 2016. Porém, muitas empresas ainda estão lutando para entender o que é de fato a transformação digital e o que elas precisam fazer para acelerar os negócios digitais em um período de imensa disrupção entre fronteiras e indústrias. 

“Em 2017, prevejo que iremos muito além de apenas falar sobre transformação digital, mas sim dialogar sobre o que as organizações realmente necessitam para evoluir, sobreviver e prosperar na era da indústria digital”, arriscou.

Segundo ele, existem três elementos principais que atuam como aceleradores da indústria digital: cultura de inovação de alta velocidade (tanto no modelo de negócios quanto tecnologia), que é apoiada pela moderna infraestrutura elástica e funcionários digitalmente capacitados. As organizações de todos os setores precisam saber como aproveitar o poder das tecnologias digitais para criar um novo e disruptivo modelo de negócios.

“Apenas aquelas empresas que adotarem uma nova mentalidade para proteger e preservar sua infraestrutura já existente – ao mesmo tempo em que investem em novas tecnologias digitais – irão remodelar mercados, desenvolver apps e serviços em uma hiperescala para, enfim, tornarem-se líderes desta nova indústria”, finalizou.

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Published by
Redação
Tags: transformação digital
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