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Segurança da informação, aos poucos, ganha valor e se posiciona mais próxima dos discursos de big data, computação em nuvem e mobilidade; realidades de mercado que mudaram a forma como as empresas olham para as áreas e soluções de TI. Se por um lado é mais interessante a flexibilidade do acesso a informações corporativas por meio de dispositivos móveis, por outro é essencial gerir este acesso e entender o comportamento do usuário, para identificar o uso e manuseio suspeito de dados da empresa.
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Em questões como esta que a RSA foca seus negócios via parceiros, conta Fellipe Canale, gerente de canais da fabricante para o Brasil e América do Sul. Para ele, contar com a chancela da EMC e a natural extensão da aliança estratégica com a VMware são grandes diferenciais para a oferta da companhia. O contato com os canais de ambas também tem sido benéfico para crescer de forma consistente, conta Canale, que acredita num processo ainda mais acelerado de conquista de novas oportunidades na região.
Exatamente pelo diálogo estruturado entre as três companhias, Canale diz ver “grande maturidade” nos parceiros da RSA, mas que, para estar sempre alinhado com as expectativas do cliente, a organização tem apertado o passo em “criar” canais cada vez mais capacitados dentro dos níveis de entrega e compreendimento esperados pela empresa. “O ponto máximo de maturidade do parceiro está em traduzir os riscos para dentro dos negócios, sabendo transformar o que pode ser visto como gasto em investimento”, acrescenta. “Nosso compromisso é transformar o parceiro em um ‘trust advisor’ do líder de TI e da área de segurança dos nossos clientes.”
Nessa toada de mostrar o “valor da segurança dentro das tendências que transformaram o mercado de TI”, Canale destaca a solução Security Analytics, que por meio das análises de big data consegue entender perfis suspeitos de uso dos dados e prever ataques a usuários que se apresentam mais à deriva no mundo conectado. Para ele, todas as soluções da linha de frente, como antivírus, firewall e UTMs, por exemplo, são absolutamente necessárias, mas “quando um hacker quer entrar num sistema, ele vai conseguir”. “E é aí que as empresas pecam em não contam com uma ferramenta de resposta a incidentes. Depois que um hacker ataca, é necessário identificar a falha e contra-atacar o invasor, pois eles usam usuários reais, tráfegos válidos”, destaca entre as funcionalidades da solução.
O Security Analytics foi lançado em janeiro de 2013, e para explicar as funcionalidades do produto a RSA criou um vídeo sobre as possiblidades de controle da solução. Abaixo está o vídeo, em inglês:
No segundo semestre deste ano, a companhia vai inaugurar um novo módulo de treinamento para suas soluções, totalmente em português, dando continuidade ao trabalho de capacitação das revendas para esse novo momento de negócios enxergado para a companhia. Canale, aliás, não descartou a importância dos parceiros que hoje comercializam a solução de Token da companhia. Segundo ele, a porção de negócios neste sentido é muito valiosa para a organização.
Casa em ordem
“Desde a chegada do Rogerio [Morais, VP para América Latina e Caribe] em setembro do ano passado, ampliamos nossa estrutura comercial e técnica. Com mais responsáveis pelas grandes contas, conseguimos tocar oportunidades diferentes, e envolvemos nossos parceiros nos negócios para atender a diferentes demandas”, explica o executivo. Ambos trabalharam juntos em dois momentos, primeiro na ISS e mais recentemente na CrossBeam. “O suporte dele me dá confiança para trabalhar forte com canais e fazer a transformação necessária para atender aos parceiros.”
Redação
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