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Segundo Favero, não existe segurança absoluta. “É preciso fazer uma avaliação dos riscos e aceitar uma parte deles”, afirma. Para portais de e-procurement, por exemplo, o especialista afirma que as soluções possíveis são chaves criptografadas.
Outra recomendação de Favero é o investimento em profissionais treinados e soluções tecnológicas compatíveis. “O furto de informação pode não ser notado num primeiro momento, mas provocará conseqüências na empresa”, explicou.
Segundo dados apresentados pelo executivo, o maior risco de segurança em um ambiente de e-business é aquele provocado por ataque de vírus. Em segundo lugar, ele aponta os ataques de funcionários da própria empresa e em terceiro o ataque de hackers externos.
Redação
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