Tecnologia deve viver realidade da empresa, diz CEO da Bradesco Seguros

Presidente da seguradora, Marco Antonio Rossi, destaca importância da TI para alcançar novos consumidores e aconselha o CIO a 'estar dentro do negócio'

Publicado:

Leitura 2 minutos

Tecnologia deve viver realidade da empresa, diz CEO da Bradesco Seguros

A área de tecnologia é fundamental para dar suporte a uma das prioridades do mercado de seguros em 2010: desenvolver novos canais de atendimento – via web, mobilidade, varejo e call center, afirma o diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, Marco Antonio Rossi. Para tanto, é necessário que as equipes de tecnologia se envolvam mais no negócio da empresa, alerta o executivo.

“Acho que a tecnologia tem de estar dentro do negócio”, comentou Rossi durante uma palestra no V Insurance IT Meeting, evento realizado pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), de 13 a 15 de novembro para executivos de Tecnologia da Informação do setor de seguros, em Angra dos Reis (RJ). “A tecnologia tem de participar das vitórias e das derrotas de cada uma das companhias”, ressalta o executivo.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

Na posição de Chief Executive Officer do Bradesco Seguros desde 2002, Rossi dá um conselho aos CIOs: “É importante que o homem de tecnologia viva a realidade da empresa”, afirma o CEO. “Ele não pode dizer ‘eu sou da tecnologia e esse mundo não é meu’ porque se a empresa está perdendo market share e for vendida, você está junto.”

Para alcançar a nova geração de consumidores conectados, a crescente atividade da Classe C – que representa 53,2% dos consumidores em julho de 2009, segundo a Fundação Getúlio Vargas – e tornar o microsseguro um negócio rentável, é necessário desburocratizar a atividade das seguradoras. E neste sentido, segundo Rossi, o envolvimento da tecnologia é essencial.

Neste sentido, Rossi ressalta que a área de TI é a que tem a maior facilidade de buscar e repensar a inovação para a empresa, mas deve saber vender suas ideias e dar segurança ao CEO no momento da escolha.

Na visão do CEO, o mercado de seguros no Brasil, cuja participação no PIB brasileiro cresceu de 2,8% em 2001 para 3,2% em 2008, pode se beneficiar da projeção da economia brasileira no mercado internacional se souber oferecer produtos de forma eficiente e clara ao mercado.

O sucesso do segmento depende de TI e pessoas, conclui o executivo. “Cada vez mais a TI faz o caminho para chegarmos às pessoas.”

Notícias relacionadas

Ver mais Seta para direita