Para Humberto Cagno, diretor de telecomunicações da Siemens, em pouco tempo deve-se ter as plataformas IMS como padrão nas operadoras. “Hoje, é uma tecnologia ‘em fase de trial’. Temos 30 instalações em todo o mundo”, comenta. “Mas acredito que em um ou dois anos será realidade.”
No Brasil, o executivo cita um acordo com a Telemar, em fase de trial. “Estamos desenvolvendo produtos para, até o final deste ano, testar a plataforma”, conta Cagno.
Paralelamente à iniciativa com o Centro de Convergência, a Siemens está apostando nos serviços de terceirização de redes, tanto para operadoras, quanto para clientes corporativos. A Telemar é, mais uma vez, cliente da Siemens para esses serviços. “A verdade é que operadora não precisa se preocupar com rede. O negócio deles é marketing e billing”, diz Cagno, explicando o potencial que a empresa pretende aproveitar.
A expectativa da Siemens com esses esforços é aumentar em 20% ao ano a participação da área de serviços em sua receita total. “Hoje, os serviços respondem por 25% do faturamento. Nossa intenção é que esse número chegue a 50%”, conclui o executivo.
A Snowflake anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, encerrado…
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…
A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está criando uma oportunidade para plataformas de…
Continuam abertas as inscrições para o prêmio Executivo de TI do Ano 2026. A iniciativa,…
A Meta anunciou um investimento de US$ 115 milhões para criar um programa de capacitação…