Semp Toshiba traz novos notebooks para brigar no corporativo

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Semp Toshiba traz novos notebooks para brigar no corporativo

Com investimento da ordem de 15 milhões de reais para a tropicalização e disseminação dos produtos, a brasileira Semp Toshiba anuncia a linha de notebooks de sua sócia e parceira japonesa Toshiba Corporation no País. As duas novas famílias de portáteis, a Portégé e Tecra, serão fabricadas nas linhas da STi (Semp Toshiba Informática), em Salvador, na Bahia.

O foco da oferta está no mercado corporativo e o anúncio dos produtos já vem com uma venda fechada para a Petrobrás, de 11,3 mil máquinas. Em cinco anos, a companhia espera produzir um milhão de unidades no País. Para tanto, a fábrica já recebeu 50 novos colaboradores e, para o início de 2014, deve receber um investimento da ordem de 40 milhões de reais.

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Hoje, a fábrica da Bahia produz tanto a família de portáteis da Toshiba como os produtos de tecnologia da STi. Este ano já foram produzidos por lá 300 mil notebooks. ?São linhas que não irão conflitar. A STi tem vendas no corporativo, mas com produtos mais básicos. A nova linha Toshiba é mais parruda. Mantemos produtos de alta qualidade, mas não temos a expectativa de entrar em um mercado tão acirrado, sem preços competitivos?, explica Afonso Hennel, presidente da Semp Toshiba, sem mencionar o valor das máquinas. ?Isto resolveremos cliente a cliente?, encerra o assunto.

A estratégia de venda é focada no atendimento direto ao mercado corporativo, embora os canais, por meio da distribuidora Mazer, também possam atuar neste sentido.

A Semp Toshiba Amazonas, localizada em Manaus, fabrica TVs, DVDs, áudio portátil, mini systems, micro systems, além de uma linha completa de telefones sem fio. A STI ? Semp Toshiba Informática, de Salvador, fabrica desktops, notebooks, netbooks, tablets, servidores e uma linha voltada à mobilidade, incluindo celulares, entre outros produtos. Esta unidade responde, hoje,  por 1/3 do faturamento da empresa,e  a ideia é que, ?em alguns anos?, segundo Hennel, TI seja responsável pela metade dos negócios.

Características técnicas

O notebook Portégé R830 tem 2,5cm de espessura e peso a partir de 1,5kg, possui a tecnologia de resfriamento airflow –  que controla o fluxo de ar e dissipação de calor, o que faz a máquina durar mais e gastar menos energia. De acordo com a fabricante, com esse aparelho é possível realizar multitarefas sem perder a eficiência, devido a segunda geração dos processadores Intel Core com a Tecnologia Intel Hyper-Threading, que permite que cada núcleo do processador realize duas tarefas ao mesmo tempo. O Portégé R830 possui design  para a absorção de choques e batidas.

A linha de notebooks Tecra R840 tem, também, desenho próprio para a absorção de choques, possui uma estrutura única em forma de colméia com chassis reforçado de fibra de vidro, que aumenta sua durabilidade e rigidez. Outro diferencial, é a porta integrada que combina USB Sleep & Charge/eSata, o que permite carregar dispositivos mesmo com ele desligado. A linha também possui a tecnologia  airflow e traz três versões do notebook R840, iguais no design mas diferentes em configurações.

Os notebooks das duas linhas possuem um gerenciamento de energia com o Toshiba Eco Utility e memória configurada com 4GB SDRAM DDR3 1333MHz; 2 slots ocupados com 2GB em cada; 2 slots de memória disponíveis; e máximo 8GB.

Tablets e ultrabooks

Embora o anúncio esteja nas novas linhas trazidas do Japão, o burburinho está nas novidades como os ultrabooks e tablets, que a companhia também produz. E os lançamentos neste sentido dizem respeito ao novo tablet, Mypad, que deve chegar ao mercado, em setembro.

Quanto a produção de ultrabooks com telas sensível ao toque, por conta das funcionalidades prometidas com o Windows8 e a adoção do sistema operacional da Microsoft para o  tablet da companhia, Hennel é enfático ao afirmar: ?É difícil saber o que será adotado pelo consumidor brasileiro. Ainda há uma limitação de compra, tanto das empresas como das pessoas, o que não acontece no mercado europeu e norte-americano. Precisamos ser cuidadosos, mesmo que fiquemos um passo atrás da nosso concorrência.  Estamos ainda analisando a tecnologia e a reação do mercado? .

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