Quase metade dos dados corporativos são obsoletos, aponta pesquisa

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Quase metade dos dados corporativos são obsoletos
Quase metade dos dados corporativos são obsoletos
Quase metade (41%) dos dados corporativos arquivados permaneceu intocado por três anos – basicamente obsoletos, de acordo com levantamento realizado pelo Índice da Genômica dos Dados, da Veritas.
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Com exceção de requerimentos regulatórios ou de conformidade, três anos é um padrão de quando os dados vão de potencialmente relevantes a obsoletos. Ainda de acordo com a empresa, o cenário é uma oportunidade que vai impactar, positivamente, os custos das empresas de imediato.
O índice mostra que imagens, arquivos de desenvolvedores e arquivos compactos ocupam quase um terço do ambiente total. De arquivos de desenvolvedores até a perspectiva de contagem de arquivos somam 20% do número total. Quando analisamos as tendências ao longo dos últimos dez anos, em relação a outros tipos de arquivos, as apresentações diminuíram 500%.
O outono é a época do ano mais produtora de dados. Nessa estação do ano, os aumentos mais significativos são de 91% de uma perspectiva de arquivos de texto, 48% de planilhas e 89% em arquivos de informação geográfica. Aparentemente, vídeos são feitos mais no período do verão e do outono, quando saltam para 68% na estação.
Outro ponto que pode representar gastos desnecessários para empresas são dados “órfãos”. De acordo com a Veritas, dados sem um proprietário atribuído, seja por mudanças de funções ou por desligamento de funcionários, são considerados não costumam ser vistos ou lembrados pelas organizações – mas eles têm um custo. Com base nos insights do índice da Veritas, esse tipo de arquivo tende a ser rico em conteúdos como vídeos, imagens e apresentações – um material arriscado para deixar sem vigilância. Eles também ocupam mais espaço do que deveriam em disco com base na distribuição da contagem de arquivos, mais de 200%.
 
Pequenas mudanças 
Com insights similares sobre seus próprios dados, as organizações podem priorizar áreas para alcançar retornos significativos. Formatos tradicionais de arquivos como apresentações, planilhas e documentos ocupam mais espaço obsoleto do que deveriam, custando dinheiro às organizações desnecessariamente. 
Formatos visuais, como vídeos e imagens, são ainda mais onerosos. São neles que os esforços de arquivamento, exclusão ou migração ficam ainda mais relevantes. Considerando a média de 10 petabytes por ambiente, um projeto de arquivo com foco apenas em apresentações obsoletas, documentos, planilhas e textos podem significar uma economia de armazenamento de até US$ 2 milhões em um ano.

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