Principais tendências em segurança da informação, segundo Eset

Publicado:

Leitura 2 minutos

Principais tendências em segurança da informação
Principais tendências em segurança da informação

A empresa de segurança da informação Eset acaba de divulgar o “Relatório de Tendência: A Segurança como Refém”, que aborda os principais temas relacionados à segurança da informação em 2017, tanto para empresas como para usuários finais.

O relatório, apoiado em análises de especialistas do laboratório Eset em todo o mundo, sugere que, durante o ano de 2017, o ransomware continuará sendo o principal vetor de ataques, porém mais sofisticado. Entre as novas ameaças que devem ganhar força no próximo ano está o Ransomware das coisas (RoT), que prevê a possibilidade dos cibercriminosos sequestrarem os dados dos dispositivos para exigir pagamento de resgate.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

“Nossas análises têm mostrado como a rápida evolução da tecnologia junto com o crescimento do uso de dispositivos móveis aumentam os desafios no que se refere à segurança da informação. Dessa forma, é importante que os usuários sejam mais conscientes dos riscos e que os fabricantes pensem na segurança dos aparelhos, desde sua concepção”, afirma Camillo Di Jorge, Presidente da ESET.

Ransomware das Coisas (RoT)

Em 2016 os destaques foram o sequestro de informações e arquivos de dados, realizados por meio de ataques de ransomware; negação do acesso a dados e ao sistema, feitos a partir dos ataques de Negação de Serviço Distribuído; e ainda, infecção de dispositivos relacionados à Internet das Coisas (IoT). Entre esses, o ransomware continuará a ser destaque no próximo ano.

O código ramsonware que mais tem aparecido é o Jackware, software malicioso que tenta tomar controle de um dispositivo infectado, cujo objetivo principal é obter o pagamento do resgate. Apesar de alguns estudos apontarem que a atuação principal desse código está voltada para ataques a automóveis, existe uma tendência de sofisticação da ameaça para outros dispositivos relacionados à Internet das coisas.

Como se proteger? A primeira etapa está ligada aos fabricantes, no sentido de contar com um meio rápido e seguro para ajustar as falhas nos dispositivos invadidos. Além disso, a implementação de técnicas de segurança, como filtro, criptografias e autenticação são uma importante forma de evitar ataques.

Acesse o relatório completo 

Notícias relacionadas

Ver mais Seta para direita