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Por que Python promete ser a linguagem que governará as empresas

Não há dúvida de que o Python é muito popular entre os desenvolvedores de software ou que sua popularidade continua a crescer. A TIOBE, empresa de software que mede e publica a popularidade das linguagens de programação todos os meses, relatou em novembro que a Python subiu para o segundo lugar pela primeira vez, passando a Java.

Poucos podem negar a importância crescente da linguagem de script outrora humilde do mundo do código aberto. A ascensão da Python levará muitos gerentes corporativos a se perguntar se é hora de entrar na onda hype. Para tentar dar sentido a essa pergunta impossível, elaboramos uma lista de oito razões pelas quais se juntar à multidão é inteligente e oito outras razões pelas quais você pode querer esperar algumas décadas.

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Python é popular…

Contratar programadores é mais fácil, especialmente a geração mais jovem que acabou de se formar em faculdades que adotaram Python quase universalmente para aulas introdutórias de programação. Graças à onipresença do Python, há mais novas bibliotecas e ferramentas disponíveis e, como vimos no machine learning, é mais provável que a tecnologia mais recente seja escrita na linguagem mais quente.

…Mas, a popularidade pode atrasar as empresas

Uma coisa é se juntar à multidão se você está procurando um romance para ler na praia, mas outra é quando você gerencia uma pilha de software que pode durar décadas. Deixar a nova equipe fazer o que é popular leva a uma coleção de código com camadas muito parecidas com anéis de árvore. Os arquivos mais recentes são preenchidos com JavaScript, então há um pouco de Ruby, um pouco de Java e talvez um pouco de ColdFusion envolto em um núcleo cheio de COBOL, com algumas bibliotecas escritas em SNOBOL. Você quer que sua base de código seja uma boa ilustração de toda a história da codificação?

As diferenças tornam a manutenção impossível. Os novos codificadores não conseguem nem mesmo ler o código de alguns anos, então eles o tratam como uma caixa preta e escrevem rotinas de cola sem fim para traduzir os dados para o formato que desejam. Os anéis das árvores ficam mais grossos e numerosos, embora não haja muito trabalho novo sendo feito. A pilha pode fazer algo simples como manter um livro-razão de transações com um total em execução, mas tem milhões de linhas de código e os dados vão em uma busca de um herói tão assustadoramente quanto na trilogia de “O Senhor dos Anéis”. A pilha pode converter os dados 18 vezes enquanto vai e volta na viagem ao centro do código onde o mágico Wizard do COBOL executa a lógica de negócios definitiva.

Consistência pode ser entediante, mas a empresa não precisa de códigos interessantes. Ele precisa do software para funcionar.

Pessoas gostam de linguagens de script…

Linguagens como Python foram criadas porque os programadores geralmente precisam resolver pequenos problemas. Eles querem jogar fora algumas linhas e terminar sem o incômodo de iniciar alguma IDE, aguardar o carregamento das bibliotecas certas, criar os repositórios de código e configurar o caminho de construção CI/CD. Zilhões de pequenos trechos de código não podem estar errados. Se for fácil escrever algumas linhas, a simplicidade deve se estender para escrever alguns milhões de linhas, certo?

…Mas planilha é a linguagem de script para empresas

Muitos programadores podem não perceber quanta computação é feita em planilhas, muitas vezes porque eles não percebem quanto trabalho real pode ser realizado por pessoas que nem mesmo pensam em si mesmas como programadoras. Os programadores podem descartar as ferramentas como processadores de texto, mas para números, mas eles não percebem o quão úteis e adaptáveis ​​as planilhas podem ser. É por isso que tantas ferramentas empresariais geram relatórios como planilhas e tantas equipes de negócios usam planilhas como a linguagem franca. Python é uma boa ferramenta para alguns laboratórios de ciências, mas por que deixar de ser uma ferramenta perfeitamente boa que muitas pessoas no escritório já conhecem?

A matéria completa na Computerworld Brasil.


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Redação
Tags: linguagens programaçãoPython
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