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Pollux fortalece atuação em IIoT com robôs como serviço

Os robôs colaborativos e a internet industrial (IIoT) estão revolucionando a indústria. A Pollux, empresa de automação industrial, reforçou sua estratégia nesse segmento e trouxe ao País a tecnologia de robôs colaborativos com monitoramento remoto no modelo de locação, segundo a empresa, um serviço pioneiro em solo nacional.

De acordo com José Rizzo, CEO da Pollux, a empresa criou um modelo de negócio inédito: o robô como serviço. Por meio dele, o cliente contrata a modalidade e paga uma espécie de mensalidade para o robô. “Aplicamos a engenharia necessária para o funcionamento do robô com monitoramento remoto. O cliente investe um valor mensal, e conta com todo o suporte do nosso time especializado”, diz o executivo.

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Com um baixo custo de implantação, instalação simplificada e flexibilidade para a troca de função ou ajuste da quantidade de máquinas conforme demanda, os robôs colaborativos atuam em atividades repetitivas e insalubres, reduzindo os riscos e custos relacionados à saúde dos operadores.

Rizzo explica que para ter um robô operando de forma segura e eficiente, a empresa necessita também ter um time especializado à frente de todo o processo de robótica, o que se configura em um investimento alto. “Sem contar com o custo do robô”.

O CEO toma como exemplo uma solução em que somente o robô custa cerca de R$ 400 mil e no modelo como serviço da Pollux sairia por R$ 7 mil ao mês, já incluindo a atuação de profissionais especializados. “A redução de custo é significativa e, portanto, viável, pois compartilhamos a operação do time”, diz. “Hoje, de cada dez robôs em operação da Pollux, oito são contratados no modelo de serviço.”

Pollux avança em tecnologia

O software desenvolvido pela Pollux permite monitoramento remoto dos robôs de qualquer lugar do mundo, um conceito alinhado à indústria 4.0 e internet Industrial. Dessa forma, é possível obter ganhos em produtividade, com a vantagem de poder solucionar eventuais problemas em tempo real.

A empresa já instalou mais de 150 robôs colaborativos em todo o Brasil, tornando, segundo o CEO, os clientes mais competitivos. “Até 2020, vamos atingir 2 mil robôs instalados. Plantas que possuem a partir de dois turnos podem obter economia de até RS 200 mil por ano”, afirma.

A Pollux, prossegue Rizzo, é a única empresa a oferecer a Robótica 4.0, com monitoramento remoto, que atende às normas e procedimentos de segurança exigidos pela legislação.

Pollux no ecossistema

Rizzo reitera que o modelo de negócio Robô como Serviço é uma tendência na indústria. “Com isso, conseguimos introduzir robôs em indústrias nas quais não tínhamos acesso. Quando falamos de robôs no Brasil, cerca de 85% está na indústria automotiva. É preciso abrir essa discussão para outros setores”, acredita.

Não por acaso, Rizzo também é cofundador e presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), que promove o crescimento acelerado da Internet Industrial no País. Lá, o executivo fortalece o compromisso da empresa na integração de internet industrial e robótica para aumentar a competitividade da indústria brasileira.

Segundo ele, é preciso estender essa evolução muito além da indústria automotiva também para a de Bens de Consumo e de Bebidas e Alimentos, para que o segmento industrial brasileiro ganhe força perante os avanços importantes observados na Europa, América do Norte e Ásia.

“Por meio da ABII, a Pollux tem trabalhado na formação de um forte ecossistema para fomentar o avanço da IIoT em solo nacional”, finaliza.

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Redação
Tags: Associação Brasileira de Internet IndustrialdestaqueInternet IndustrialPolluxrobôs colaborativosRobótica 4.0
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