Plataformas de nuvem pública ameaçarão infraestruturas tradicionais em 2020, prevê Forrester

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Plataformas de nuvem pública ameaçarão infraestruturas tradicionais em 2020
Plataformas de nuvem pública ameaçarão infraestruturas tradicionais em 2020
O crescimento no uso, maturidade e viabilidade financeira de plataformas de nuvem pública começa a provar seu valor como opções viáveis para desenvolvimento de aplicações corporativas. Em 2020, elas começam a rivalizar com desenvolvimentos tradicionais de infraestrutura, estima a Forrester Research.
Mesmo não sendo uma substituição “um a um” para on-premise, hosting ou colocation, plataformas de nuvem pública se encaixam bem para workloads elásticos construídos em arquiteturas de aplicação moderna – e à medida que acontece a mudança no progresso das aplicações, a nuvem pública irá capturar um mercado consideravelmente maior com os CIOs começando a considerar a nuvem como a opção de desenvolvimento central dentro de seus orçamentos.
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Por sua vez, serviços de cloud pública irão rivalizar com o middleware tradicional para sistemas de engajamento. Para aplicações e serviços construídos de modo ágil com arquiteturas modernas, serviços em nuvem como database, storage, integração e outros componentes independentes de cloud middleware, irão dar poder a desenvolvedores ao libertarem-nos da gestão e manutenção dos componentes, além de reduzir o custo e o footprint de desenvolvimento. 
Eles também são gerenciados e melhorados por fornecedores com frequência, como se diariamente houvesse a entrega de capacidades para ajudar companhias a manter o ritmo das mudanças de demandas de uma base de clientes exigentes.
Sistemas
Em 2020, a receita do mercado de computação em nuvem chegará a US$ 191 bilhões, bem acima dos US$ 58 bilhões registrados no ano passado, segundo a medição da Forrester. Entre as diferentes categorias, a modalidade de software como serviço (SaaS) já começa a se estabelecer como escolha principal até mesmo em sistemas de automação força de vendas, gestão de relacionamento com o cliente (CRM, na sigla em inglês), gestão de recursos humanos, com forte aceleração no segundo semestre deste ano.
Serviços em nuvem na modalidade SaaS trazem alto nível de automação, padronização e autonomia que dão à empresa a capacidade de trabalhar de maneira mais rápida e flexível, com novas capacidades instantâneas. 
“Ainda, a inércia é difícil de ser superada no mercado corporativo, e ainda restam preocupações legítimas sobre segurança e desempenho de soluções em nuvem em algumas partes do mundo para certos usos e tipos de dados”, escreve James Staten, analista da Forrester. Ele considera, contudo, que os últimos três anos mostraram que tudo isso será superado e as maior batalha do CIO será a cultura interna, com as barreiras psicológicas e financeiras dos que nasceram em diferentes momentos, “que tomarão décadas para mudar”.
Você concorda? Sua empresa está na vanguarda ou corre atrás dessas mudanças? Compartilhe conosco nos comentários.

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