Nesta terça-feira (24/06), os responsáveis pelo projeto divulgaram seus primeiros detalhes e anunciaram a HP e Intel como patrocinadores. À medida que o PlanetLab faz uso da internet para movimentar dados, ele integra seus próprios roteadores e servidores, o que oferece aos 60 pesquisadores a oportunidade de observar como as novas aplicações se comportariam em escala global.
Anteriormente, as novas tecnologias de internet eram testadas simplesmente pela inserção direta na rede mundial. Se algum recurso falhasse, apenas pesquisadores, agentes governamentais ou universidades perceberiam. Como explica Larry Peterson, especialista em informática da Universidade de Princeton, onde o projeto está sendo sediado, a internet atualmente é uma engenharia da qual depende toda a economia mundial, o que torna impossível realizar mudanças radicais capazes de oferecer serviços, como recursos de distribuição, busca, e grid computing, de nova geração antes de testá-los.
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