Publicado:
Leitura 2 minutos
O governo formalizou o que algumas empresas (em alguns setores econômicos mais do que em outras) sentiram na pele ao longo do ano passado: a economia brasileira cresceu pouco, e o PIB expandiu só 0,9% em 2012. Mesmo com a desaceleração, não há grandes motivos para desanimo, pelo menos não para a indústria de tecnologia da informação.
?Existem duas formas de olhar para a questão?, pondera Vahé Torossian, vice-presidente corporativo de vendas de soluções e parcerias para pequenas e médias companhias da Microsoft, para adicionar: ?Uma delas é que 0,9% é melhor do que nada. Além disso, os gastos com TI são grandes e seguem em crescimento?.
Durante uma visita relâmpago ao País para uma bateria de reuniões com o time local, clientes e parceiros da fabricante, teve uma brecha na agenda para conversar com CRN Brasil. Questionado sobre qual é a mensagem aos parceiros nesse momento de lentidão na economia nacional, pontuou que os líderes dos canais locais precisam ser realistas. ?Acreditem em mim, viajo o mundo e muitos executivos queriam viver aqui. Não desperdicem as oportunidades?, acrescentou.
Ele lembrou que no passado recente o governo alçou TI como uma das indústrias estratégicas ao país, fazendo esforços para impulsionar o setor prioritário. Torossian aproveitou para direcionar seus depoimentos para oportunidades na venda de soluções em nuvem, uma das inclinações que movem a estratégia da Microsoft ao longo dos últimos meses. ?Em cloud, a palavra-chave, é acelerar a aquisição dos clientes?, pontua.
Redação
2 dias atrás
Redação
2 dias atrás
Redação
2 dias atrás
Redação
2 dias atrás