Pesquisadores criam digitais falsas e enganam leitores biométricos

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Pesquisadores criam digitais falsas e enganam leitores biométricos

Foram testadas 66 cópias de digitais reais, de 11 pessoas diferentes. A líder do estudo, Stephanie Schuckers, professora de engenharia elétrica e de computação da Clarkson University, afirmou que os dispositivos biométricos, como qualquer outro sistema de segurança ou identificação, são vulneráveis a fraudes e ataques bem planejados.

Segundo ela, a confiabilidade desses dispositivos pode aumentar se forem adotados mecanismos para detectar a transpiração. Stephanie e sua equipe criaram um algoritmo que identifica o padrão de umidade de dedos vivos que, quando adicionado aos leitores, fez o sucesso da fraude cair para menos de 10%.

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Os pesquisadores também testaram dedos de cadáveres nos leitores e obtiveram resultados semelhantes. Em alguns casos, as digitais foram aceitas em 94% das tentativas.

A equipe também testou dedos de cadáveres nos leitores e obteve resultados semelhantes. Em alguns casos, as digitais foram aceitas em 94% das tentativas.

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