As empresas de comércio eletrônico atuam predominantemente no segmento business to business (51%), enquanto 15% estão no business to consumer. Trinta e quatro por cento das empresas respondentes trabalham em ambas as áreas.
A maior ameaça ao comércio eletrônico são as falhas na implementação de uma política de segurança são seguido pelos hackers (49%) e prestadores de serviço (24%). A maioria dos entrevistados (59%) acredita que a revisão de segurança física é um fator preventivo, para diminuir a exposição a eventuais riscos.
Para prevenir problemas, cerca de um terço das empresas já adotam procedimentos de verificação de antecedentes para fornecedores de sistemas, enquanto 30% efetuam tais procedimentos em relação às entidades com as quais a empresa mantém relações comerciais.
Em relação às ameaças futuras do comércio eletrônico, mais da metade dos
entrevistados (56%) alegaram que as perdas financeiras relacionadas à fraude eletrônica são suas maiores preocupações, seguida da paralisação do
sistema (34%). A perda de dados não é considerada uma ameaça significativa para os entrevistados: apenas 11% positivaram suas respostas.
Segundo o estudo, 69% dos entrevistados afirmaram ter sofrido algum tipo de fraude no ano. Em relação aos anos anteriores, o índice era de 76% em 2002 e de 81% em 2000.
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