Esses fatores, entre outros, demonstram um aumento do prejuízo nas corporações de 2002 para este ano, riscos que devem aumentar em torno de 78% em 2004. Desta forma, 60% projetam um aumento no orçamento destinado ao setor. Cerca de 73% delas possuem orçamentos específicos para Tecnologia da Informação, das quais 24,5% alocam menos de 1% para segurança, enquanto 7% contam com mais de 20% para o departamento.
Entre os problemas listados como mais críticos, o vazamento de informações lidera as respostas, com 13,5%; seguido por funcionários insatisfeitos, com 13%, fraudes, erros e acidentes, com 12%; vírus, 9% e acessos indevidos, com 8%.
Quando o assunto envolve políticas de segurança, 68% afirmam possuir uma ação formalizada e metade já ter uma estratégia atualizada. Outra prática importante, a adoção de um plano de continuidade de negócios, está presente em apenas 21%, enquanto 30% afirmam estar em fase de desenvolvimento e 15% contam com um plano.
E as medidas mais adotadas para combater os ataques e as ameaças estão os antivírus, com 76%; capacitação técnica, com 75%; sistemas de backup, com 72%; e utilização de políticas de segurança, com 71%. Além disso, 16% almejam a certificação BS7799.
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