Parque Tecnológico Itaipu adota plataforma aberta dojot

Acordo firmado com o CPqD prevê uso e também colaboração para a evolução dessa plataforma IoT

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Plataforma dojot é foco de acordo entre CPqD e Senai da Bahia
Plataforma dojot é foco de acordo entre CPqD e Senai da Bahia

A plataforma aberta dojot, desenvolvida pelo CPqD com o objetivo de facilitar a criação de aplicações de Internet das Coisas (IoT) adequadas à realidade brasileira, é o foco do acordo de cooperação tecnológica firmado recentemente pela organização com a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI). A parceria prevê não só a utilização da dojot em aplicações IoT desenvolvidas pelo PTI como, principalmente, a contribuição dessa instituição para a evolução dos recursos e funcionalidades da plataforma.

“Um dos objetivos do acordo é a migração para a dojot das diversas aplicações IoT que já desenvolvemos para clientes diferentes, em áreas como agronegócio e cidades inteligentes, por exemplo”, explica Miguel Matrakas, gerente do Centro Latino-Americano de Tecnologias Livres (CELTAB) da Fundação PTI. “Além disso, nossa equipe vai trabalhar junto com o time do CPqD na evolução dessa plataforma open source, especialmente na adequação de algumas funcionalidades”, acrescenta Matrakas.

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Lançada há pouco mais de um ano, a dojot possui código aberto, o que facilita a colaboração entre os diversos atores do ecossistema IoT e contribui para a inovação aberta. “Essa é uma das principais vantagens oferecidas pelas soluções open source”, afirma Marcelo Ribeiro Nascimento, gerente de desenvolvimento responsável pela dojot no CPqD. “Ao utilizar a plataforma, os desenvolvedores de aplicações e outros players do ecossistema IoT têm a oportunidade de contribuir para a sua própria evolução”, conclui.

 

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