Os clientes precisam de diferenciação. As operadoras também.

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Os clientes precisam de diferenciação. As operadoras também.

Sem dúvida, o negócio de telecomunicações vem mudando rapidamente. À medida que os avanços tecnológicos vão acontecendo, as operadoras contam com redes e dispositivos cada vez mais sofisticados, capazes de suportar serviços e produtos mais complexos. Os processos mais simples e que há dez anos tratavam apenas de tráfego de voz vêm sendo transformados para suportar a grande adoção de produtos de dados.

Se por um lado esses fatos são considerados chave para o crescimento de seu negócio, as operadoras, por conseqüência, são obrigadas a disponibilizar aos seus clientes o respectivo suporte no atendimento desses novos produtos, representando significativo aumento de custos com pesados investimentos em estruturas organizacionais, aplicações e processos mais especializados.

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Em paralelo, devido aos crescentes níveis de competição no mercado de telecomunicações, as campanhas de marketing vêm tornando-se mais abrangentes e caras para as empresas. Nesse cenário, a diferenciação torna-se fator crítico de sucesso para as operadoras de telecomunicações alcançarem o crescimento de receita desejado, mantendo seus custos em patamares adequados, enquanto garantem um bom nível de satisfação de seus clientes.

As operadoras devem permanentemente monitorar a rentabilidade de seus clientes e produtos para garantir a constante efetividade de seu portfólio frente às mudanças das demandas do mercado. A segmentação da base de clientes deve ser implementada segundo a forma de utilização, o perfil e a tendência de aquisição de lançamentos. A partir daí, as operadoras devem conceber seus produtos e serviços sempre customizados para atender às necessidades dos distintos segmentos. Os clientes, por outro lado, desejam ser reconhecidos e tratados de maneira diferenciada segundo seus hábitos e necessidades.

Além disso, as operadoras devem demonstrar ao mercado sua capacidade de construir uma visão única de seus clientes. Depois da última onda de aquisições e fusões no mercado brasileiro de telecomunicacões, os grandes grupos detêm várias operações, incluindo telefonia fixa e móvel, provedores de internet e longa-distância. Sob a perspectiva de negócio, esse fato traz às operadoras os benefícios da convergência tanto técnica quanto comercial. Entretanto, é preciso garantir que toda sua organização esteja voltada à gestão de clientes, de forma que seus processos sejam integrados e permeiem todas as áreas de negócio da empresa com o mesmo foco: identificar, reter e gerenciar os clientes mais rentáveis.

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