Odebrecht Engenharia de Projetos reduz custo operacional de TI pela metade

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Odebrecht Engenharia de Projetos reduz custo operacional de TI pela metade

Um cenário no qual equipes prezam pela segurança das informações em meio a um cenário de trabalho em diversas localidades fez com que a Odebrecht Engenharia de Projetos (OEP) construísse sua infraestrutura em TI virtualizada, lançando mão de uma nuvem privada. São 210 funcionários que usam 125 aplicações, sendo 45 específicas de engenharia.

O projeto nasceu como necessidade de negócio, não como um projeto de TI, e logo encontrou resistência tanto das equipes de tecnologia, como engenheiros. ?Na perspectiva dos integradores, havia uma percepção de que os softwares eram pesados e não teriam boa performance em servidores virtualizados?, explica o gerente de TI da Odebrecht, Aurélio Rodrigues. Além disso, os usuários das plataformas – em sua maioria profissionais com mais de 20 anos de experiência – não confiaram no novo modelo de trabalho, no qual não seriam mais necessários pen drives ou o deslocamento de notebooks, por exemplo.

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Ao desenrolar da implantação, que durou 75 dias, essa percepção mudou. O desenvolvimento ficou a cargo da Add Value, envolvendo virtualização de aplicações, desktop e thin client. Atualmente, 82% de integrantes com perfil desktop usam Citrix. O resultado final foi a operação com 60 servidores de aplicação e banco de dados, 21 servidores XenApp e 24 XenDesktops. ?Não tenho conhecimento de nenhuma empresa que tenha um projeto similar, e por isso considero que fomos pioneiros ao escolher a nuvem para rodar esse tipo de software?, resume o executivo.

A partir de junho, quando foi ?virada a chave? das operações, o desempenho das aplicações e do dia a dia de trabalho convenceu os funcionários. O investimento proporcionou economia de 50% nos custos operacionais de TI e redução considerável nos chamados. ?O nível gerencial, que ainda tem necessidade de usar notebooks físicos e por isso não usa o Citrix, gera em média três vezes mais chamados que os demais usuários?, conta Rodrigues. Com isso, a equipe de TI pode se direcionar no desenvolvimento de projetos para melhoria do negócio, não apenas suporte.

Por mais que muitos CIOs tenham receio em adotar a nuvem pelos riscos de segurança, para Rodrigues, o nível de segurança aumentou com o uso da Citrix. Isso porque o controle das aplicações está centralizado nos servidores, logo, está de acordo com o compliance da OEP. ?É muito difícil controlar back up quando os projetos estão distribuídos, por exemplo. Além disso, não corremos o risco de perder projetos ou dados críticos se houver algum incidente com os equipamentos?, resume o gerente.

 

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