Embora a PWC não seja parceira exclusiva para o pacote será uma das principais alianças de negócios, é um dos acordos estratégicos. Segundo presidente da Oracle Brasil, Luiz Meisler, alguns dos públicos-alvo já definidos no país são os segmentos de bens de consumo, construção civil e mateiais inidiretos.
O pacote Company Exchange, focado nos processos business-to-business, será oferecido em dois modelos: por enquanto, apenas a venda direta está disponível – avaliada em US$ 400 mil com implementação do produto. A partir de abril, estará funcionando o modelo ASP (Application Service Provider), para as médias empresas, inicialmente com parceiros como a Aspix e a PlanetSat. Outros dois, segundoo executivo, devem ser anunciados em breve.
O portal business-to-business para o setor de arames do Grupo Belgo Mineira (BMS) é o primeiro usuário local. O Super-Buy, está baseado em investimentos de R$ 10 milhões, com plataforma Oracle Exchange.
Meisler destaca os esforços da empresa oferecer um produto pronto, optando por desenvolver suas próprias ferramentas para as soluções de e-business por uma questão estratégica. “Para alguns, comprar um novo produto pode parecer mais barato, a princípio, mas o trabalho de integração é muito complexo e acaba não resolvendo o problema do cliente”, justifica ao lembrar que as iniciativas de e-business da copanhia começaram há cinco anos
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