Quatro medidas práticas para ser referência no atendimento ao cliente

Os novos consumidores esperam cada vez mais velocidade e eficiência das empresas no relacionamento com o clientes. Confira quatro iniciativas que podem garantir um diferencial na sua estratégia de Customer Experience.

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Quatro medidas práticas para ser referência no atendimento ao cliente
Quatro medidas práticas para ser referência no atendimento ao cliente

Para se adaptar ao novo perfil do consumidor, muito mais informado e exigente, as empresas precisam se preparar. Já não basta apenas oferecer bons produtos, descontos e uma loja virtual, os clientes esperam das marcas um relacionamento diferente, com respostas mais ágeis e atendimento em qualquer hora e lugar. Uma pesquisa feita pela Zendesk mostra que 76% das pessoas preferem o autoatendimento. Isso quer dizer adquirir um produto pelo celular na loja sem precisar passar no caixa, por exemplo, ou por meio das gôndolas virtuais, em que basta direcionar o smartphone ao item para comprá-lo e recebê-lo em casa.

“As empresas líderes em customer experience consideram o cliente externo e interno como prioridades. Entender e investir nessas diferentes audiências permite uma experiência eficiente, consistente e duradoura”, afirma Clayton da Silva, diretor de consultoria de soluções para as Américas da Zendesk. Segundo ele, é preciso contar com uma estrutura que atenda o consumidor de forma eficaz, começando com os canais de comunicação disponibilizados, que devem estar muito bem alinhados para atender às expectativas dos clientes. Veja a seguir, as melhores práticas de atendimento.

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  1. Oferta de uma experiência omnichannel

É comum que as companhias ofereçam uma ferramenta multicanal, com diversas opções de comunicação aos clientes, mas é preciso que esses canais estejam integrados para que não aconteçam situações como o consumidor ligar mais de uma vez para a empresa e precisar repetir as informações. O Omnichannel é uma tecnologia capaz de simplificar e integrar a experiência de compra de um consumidor digital que utiliza vários canais para se relacionar com a marca mas espera que o contexto e as informações trocadas em cada ponto sejam relevantes na continuidade do atendimento, desde o momento onde se inicia a busca pelo produto até o momento do pagamento.

  1. Atendimento personalizado e ágil

Com o avanço tecnológico, as empresas já podem prever ou sugerir de forma mais assertiva o que o cliente quer durante uma visita a uma loja ou site. Com o uso de big data e inteligência artificial, é possível oferecer ao cliente ofertas personalizadas em um canal digital (e-mail, aplicativo, site) com base em sua atividade de navegação no site ou no aplicativo da empresa. “O importante é que a experiência de compra seja a mais natural possível”, ressalta Clayton.

  1. Uso de inteligência artificial

Uma das vertentes de IA que tem provado ser muito eficiente é o machine learning. “O uso da tecnologia por meio da combinação de Processamento de Linguagem Natural (Natural Language Processing, NLP) e do deep learning tem mostrado excelentes resultados no atendimento transacional”, explica Clayton. O chatbot é um exemplo do potencial das tecnologias. Também conhecido como assistente virtual, agente virtual ou simplesmente bot, é um software que trabalha no gerenciamento de troca de mensagem. Ele faz a ponte entre clientes e empresas, virtualizando e simulando um atendente humano.

  1. Atendentes bem treinados

Apenas a tecnologia não é capaz de oferecer um atendimento completo; é preciso contar com agentes  bem preparados. Assim, é importante investir na capacitação das pessoas, com a disponibilização de treinamentos para aprimorar o suporte ao cliente. Habilidades como escuta ativa, confiança, empatia e atenção são essenciais, pois permitem que os agentes ofereçam um atendimento personalizado, sem seguir um protocolo.

Mas, para que o uso da tecnologia seja realmente efetivo, é essencial que a TI esteja inserida no processo, em um trabalho conjunto com as áreas de marketing e vendas. “Ampliar a voz do cliente permite que a empresa tenha um melhor entendimento sobre o que está funcionando e o que pode ser melhorado do ponto de vista de produto e serviço, e experiência do cliente. E, para que isso seja possível, a área de TI tem de estar integrada com o resto da empresa”, completa Clayton.

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