De acordo com a fabricante, o Keylog-Mico captura dados que incluem digitação, títulos de janelas abertas e informações do clipboard. O cavalo-de-Tróia pode ser recebido como um arquivo “lançado” no sistema e, uma vez executado, dispara outros dois arquivos dentro do diretório temporário local da máquina da vítima. Adicionalmente, é criada uma chave de registro para que o Keylog-Mico tenha seus códigos carregados automaticamente na inicialização do sistema.
O Q-Hosts-1, por sua vez, permite que um administrador remoto direcione usuários para páginas de sua escolha, quando ele digita o endereço de um site na Internet. Essas páginas para as quais os internautas são redirecionados, normalmente contém códigos de um cavalo-de-Tróia que explora vulnerabilidades.
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