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Marketplace da gula: como vender alimentos e bebidas na internet

Imagine o seguinte: É véspera de Natal, e você ainda precisa fazer a compra do supermercado para a ceia. Chegando lá, parece que todos também deixaram para a véspera.

Você pega produtos, chega no caixa, a fila está grande! Opa, esqueceu o pacote de pão, volta para buscar… volta para a fila. Resultado: três horas nas compras.

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Ou então, em qualquer dia comum, você chega em sua casa, abre a geladeira e não tem nada. Está tarde, mas precisa ir às compras. São situações como essas que enfrentamos no nosso dia a dia, e nos fazem pensar: “Como eu queria resolver isso com um clique!”

A internet está, aos poucos, tornando possível que tudo ao nosso redor possa ser feito por meio de uma tela. E isso significa novas oportunidades de negócio para os sellers.

O crescimento da categoria Alimentos e Bebidas

O e-commerce vem conquistando esse espaço, por trazer uma experiência diferenciada e uma compra mais personalizada e rápida.

Grandes redes varejistas como Pão de Açúcar, Sonda e Walmart, além dos segmentos de food service, no qual os pioneiros foram McDonald’s e o Habib’s, iniciaram esse novo modelo de negócios: a venda online de alimentos.

Você deve estar se perguntando: “Mas as pessoas realmente já compram comida em marketplaces?”. A resposta mais honesta é: Hoje, não tantas. Amanhã, muitas.

Prova disso é a pesquisa realizada pela Kantar Retail, empresa de consultoria internacional de varejo. Os resultados apontam que até 2025 as compras online no segmento de varejo alimentar representarão 3% do volume total de vendas no Brasil.

Pois é, 3% pode não parecer um número tão expressivo sem uma base comparativa. Para ajudar, basta lembrar que os eletrônicos representaram 3,8% do volume de vendas no Brasil em 2018 (segundo o 38º Webshoppers).

Agora some esse fato com o crescimento estimado de 30% a 40% ao ano para as conversões.

Os produtos queridinhos de quem compra Alimentos e Bebidas

A Kantar Worldplane também revelou os tipos de produtos mais procurados. Essa é uma ótima referência para começar a planejar suas vendas.

· Produtos frescos – 0,6%

· Bebidas – 0,4%

· Alimentos – 1,1%

· Lácteos – 1,1%

· Alimento para cães/gatos – 2,4%

· Limpeza – 9,2%

· Cuidados pessoais – 62,3%

· Outros: 22,9%

“Ué, limpeza?”. Sim, a pesquisa contou as categorias relacionadas a ideia de supermercado como um todo. Afinal, quem já está interessado em fazer a compra do mês online considera a lista de compras para a casa inteira. Mais uma boa oportunidade de entender o consumidor e aumentar sua cesta de produtos!

Com o mercado cada vez mais desafiador, trazer os produtos alimentícios para o seu e-commerce é uma tendência que manterá seu negócio mais competitivo, com diferenciais diante dos seus concorrentes, além de garantir um crescimento acima da média nesse setor.

Dicas para planejar as vendas de alimentos

Boa notícia para você que está ansioso para começar suas vendas: os marketplaces estão a todo vapor nessa nova tendência!

A B2W, em especial, está tão animada para anunciar esse segmento, que preparou suas próprias dicas para ter sucesso vendendo alimentos nos marketplaces. Reunimos essas dicas para você:

· Armazenamento: adeque o local de armazenamento dos seus produtos, mantenha os locais bem higienizados, arejados e com temperatura ideal. O local conservará bem os produtos para manter a qualidade aos seus clientes.

· Entrega: dependendo do tipo de produto e do quão perecível ele é, será importante restringir a entrega por regiões, devido ao período desse processo. Também é relevante contar com serviços de transporte de qualidade como transportadores e Correios, que pode ofertar serviços especiais para quem trabalha com e-commerces.

· Rapidez: desde produtos perecíveis ou não, os alimentos precisam ser entregues rapidamente ao cliente. É relevante ter um modelo de entrega rápida ao consumidor, pois a agilidade é um grande diferencial para o perfil de quem compra online.

· Marketplaces: invista em comercializar seus produtos em marketplaces, disponibilizando em diversos canais, lembre-se que é importante salientar bem as informações do seu produto, ressaltar todas suas características, estabelecendo uma relação de confiança com seus clientes.

5 motivos para migrar para esse mercado agora mesmo

Marco Zolet, CEO e fundador do Supermercado Now, trouxe motivos para você pegar as dicas acima e colocar a mão na massa:

· Aumento da área de influência da loja

· Economia em investimentos em estruturas adicionais, como por exemplo Centros de Distribuição

· Redução de custos de distribuição, pela proximidade do consumidor

· Aumento do ticket médio

· Alta presença de itens frescos, como frutas, legumes e verduras na lista de compras

Os melhores marketplaces para vender Alimentos e Bebidas

No Brasil, já existem marketplaces que adotaram a venda dos produtos alimentícios e trouxeram essa categoria para os consumidores.

A B2W, como já mencionada neste artigo, está se preparando para anunciar a categoria. Outros gigantes que já estão abocanhando o mercado são Mercado Livre e Walmart. Grandes grupos varejistas, como GPA e Dia Group, já vendem esse tipo de produto em marketplaces. É mais um exemplo da ascensão deste segmento no comércio digital.

Todos os dias, novos marketplaces oficializam a categoria. Acompanhe a lista do marketplace do seu interesse, pois a qualquer momento “Alimentos e Bebidas” poderá ser um destaque, como fez a Magazine Luiza. O Walmart, por exemplo, disponibiliza o sabor como filtro de busca na categoria

Conclusão

Tendo em mente as necessidades da pessoa que compra alimentos da forma tradicional, você será capaz de se destacar e conquistar clientes fiéis. Se a recompra é sempre um sonho do seller, á pensou em algo que dá mais vontade de repetir do que comida?

*Rodolfo Helmbrecht é gerente de pré-vendas e desenvolvimento de novos negócios da DB1 Global Software

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Published by
Redação
Tags: e-commerce
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