O custo para importar a tecnologia e desenvolvê-la localmente é estimado em 500 mil reais, de acordo com o diretor-executivo da empresa, Rodrigo Pimenta.Estamos, desde junho, acertando detalhes como a compatibilidade de equipamentos. Seremos os primeiros a colocar à disposição a biometria vascular no Brasil, conta Pimenta.
A aplicação assemelha-se com a dos outros tipos de biometria, como, por exemplo, controles de acessos e de freqüência, que, antigamente, eram feitos por código de barras ou tarja magnética.A biometria é uma tendência, até por causa do preço, que deve reduzir. Mas ela já existe no Brasil há uns cinco anos, apesar de não muito disseminada entre as empresas.
A dispensa do crachá – promovendo uma redução de custo de manutenção – e maior segurança são alguns dos benefícios deste tipo de tecnologia.Estima-se que uma em cada cem bilhões de digitais sejam iguais. É um número muito baixo.
A biometria faze parte do portfólio da Madis Rodbel há quatro anos. Entre os clientes da companhia estão as academias Companhia Athlética e Reebok. Em 2004, a Madis teve um faturamento bruto na casa dos R$ 25 milhões.
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