“Loveletter não tem cura”, afirmam especialistas

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“Loveletter não tem cura”, afirmam especialistas

De acordo com Daniel Nusbaum, gerente de sistemas da Network Associates, os antivírus não têm capacidade de recuperação de backup. Eles não podem identificar o que tinha dentro dos documentos anteriormente porque o vírus trasnforma o arquivo infectado em um VBS (visual basic script).

Ontem, a companhia recebeu aproximadamente 700 ligações no suporte, 50% a mais que nos dias normais. No final da tarde, sua vacina para limpeza e prevenção contra o vírus estava disponibilizada no site.

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A Symantec, que já anunciou uma vacina contra as variantes do Loveletter decobertas hoje, confirma os programas até agora divulgados fazem apenas a limpeza e prevenção, mas que não é possível reaver os dados dos arquivos contaminados. “A única solução é apagá-los”, declara José Roberto Antunes, gerente de suporte da empresa.

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