Entre as corporações e instituições afetadas, estão a Federal Reserve, CIA, Departamento de Defesa norte-americano, Silicon Graphics, Motion Pictures Association of América e Cox Cable. Outras, a exemplo de bancos e de indústrias foram obrigadas a desligar o sistema de correio eletrônico para evitar danos maiores.
O Loveletter é bastante parecido com o Melissa no modo de reprodução, pois ambos se espalham por meio de e-mails. Mas sua capacidade de destruir dados vem registrando efeito ainda mais grave.
Calcula-se que o prejuízo financeiro ultrapasse os gastos já registrados em situações semelhantes, como o Melissa, que chegaram a US$ 80 milhões.
Alguns técnicos já afirmam que o estrago vai atingir cerca de 50% das empresas norte-americanas nos próximos dias, muito acima dos 20% registrados com o Melissa. Especialistas alertam que o trabalho de limpeza das redes e máquinas não será fácil e que irão ocorrer perdas irreversíveis de arquivos.
O Gartner Group faz um alerta às empresas de que a disseminação de vírus pela Internet é bastante comum. A instituição estima que 40% dos e-mails nas corporações contêm arquivos atachados suspeitos.
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