João Claudio Seffrin Filho, gerente de desenvolvimento de e-business da Johnson & Johnson, aponta dois aspectos como principais motivadores da decisão de migração. Segundo ele, por trabalhar com linhas privadas, o EDI representa custos consideráveis. “Além disso, esse é um sistema de mão única, enquanto na Web há interação entre as várias partes interessadas no processo”, destaca.
Em fase de teste, o sistema de business-o-business adotado pela Johnson & Johnson é o VMI (Vendor Management Inventory), da Integration. “A expectativa é que essa solução desenvolva um planejamento colaborativo, isto é, envolvendo toda a cadeia de suprimentos que deve ser planejada em função do cliente final, que é o consumidor,” afirma o executivo. A idéia da empresa é adequar os estoques à demanda, fazendo uma reposição mais eficiente para atingir um equilíbrio.
Atualmente, duas empresas trabalham com o produto em fase de projeto piloto: a Bambini, em São Paulo; e a Intermed, no Rio de Janeiro. Nesta primeira fase o foco do B2B da Johnson & Johnson são os distribuidores. “Esperamos estar com todos os distribuidores conectados em dois anos,” declara Seffrin. E acrescentas que o objetivo é conectar-se cada vez mais com os clientes e fornecedores. “Temos também uma preocupação para não acabar com o o relacionamento humano, e a Internet pode abrir espaço para a discussão de negócios,” completa Seffrin.
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