iPad vendido no Brasil tem taxação de impostos de mais de 40%

Segundo levantamento da consultoria UHY, tablet da Apple vendido tem 42,2% do preço de venda formado por impostos. EUA e Japão tem apenas 5%.

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iPad vendido no Brasil tem taxação de impostos de mais de 40%

O iPad vendido no Brasil possui os impostos mais altos do mundo, bem à frente de China e Estados Unidos, de acordo com um estudo recente da consultoria UHY. Com um preço de venda tomado em 42,2% por impostos, o tablet da Apple vendido por aqui fica bem acima da média mundial de 14,8%.

Para chegar a esses números, os pesquisadores especializados em impostos e taxas da UHY fizeram um levantamento em 22 países de todo o mundo. Para cada item analisado pela consultoria, foram levados em conta diversos impostos, incluindo taxas de venda, de valor adicionado, de vendas municipais, de importação, entre outras.

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O estudo nota que o Brasil, Índia (31,5% em impostos), e Romênia (19,4%), que possuem os iPads com os maiores impostos do mundo, possuem todos mais de uma taxa embutida no preço final de venda do tablet – confira a tabela completa abaixo.

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Lançado no Brasil na última semana, o iPad 4 ficou mais caro que seu antecessor e tem preços a partir de 1.750 reais. Nos EUA, onde o iPad recebe apenas 5,7% do valor de venda em impostos, o tablet custa 499 dólares – mesmo preço cobrado desde a primeira versão lançada em 2010.

Segundo a UHY, o iPad possui uma das maiores médias mundiais de impostos, com 14,8%, ficando à frente apenas dos CDs físicos, com 15%, garrafas de vinho, com 22,77%, litro de gasolina, com 36,22%, e cigarros, com 51,25%.

O iPhone, que possui seus preços mais altos aqui no Brasil, não foi analisado pela consultoria.

Para conferir o estudo completo, em inglês, clique neste link.

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