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Internet das Coisas e Big Data, tudo a ver

O termo Internet das Coisas tem sido amplamente utilizado como referência à conexão global de “objetos inteligentes” por meio da estrutura de rede da Internet. O conceito também se refere às diversas tecnologias que tornam estas conexões e as aplicações que as utilizam possíveis.
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Mas afinal, qual o objetivo da Internet das Coisas?
Em poucas palavras, permitir a comunicação direta entre diversos equipamentos, bem como entre estes e seus usuários, através de sensores e conexões.
Esta comunicação permite, entre outras facilidades, o registro contínuo de dados sobre o estado destes objetos durante o seu uso.
Para um objeto ser considerado como inteligente é necessário que atenda aos seguintes requisitos:
  • – Ser identificável, ou seja, deve ter um nome e um endereço na internet;
  • – Ter a capacidade de se comunicar (enviar e receber informações a outros dispositivos);
  • – Interação ao responder de alguma forma as informações recebidas;
  • – Ter alguma capacidade básica de processamento;
  • – Possuir algum sensor de fenômenos físicos, como velocidade, luz, calor, eletromagnetismo, radiação, etc.

O que diferencia um objeto inteligente da Internet das Coisas de um dispositivo qualquer conectado à Internet é a capacidade de geração de dados por meio de seus sensores ou da resposta a dados recebidos, ou seja, nem todo equipamento de comunicação é um objeto inteligente. Apenas aqueles que são capazes de interagir fisicamente com a rede.
Os objetos inteligentes da iInternet das Coisas geram muitos dados detalhados de forma contínua no ambiente em que se encontram e a tecnologia Big Data permite que este volume de dados seja armazenado, combinado com outras fontes de dados e pesquisado com bom desempenho.
Por fim, vale destacar que a Ciência de Dados aplica uma série de ferramentas para transformar estes dados em conhecimentos de utilidade prática.
(*) Jhone Estefano dos Santos é analista de suporte da MC1 Win The Market
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cristina.deluca
9 anos ago

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