O executivo da Intelig cobrou o princípio da isonomia junto à Telefônica porque, segundo ele, essa ação será feita nas contas da Embratel. “Se faz com ela, é obrigada a unificar também suas tarifas com a minha”, reclamou. Ele lembrou que o estado de São Paulo representa um terço das ligações de longa distância no país.
Terni justificou a suposta falta de colaboração da Telefônica como atitude de concorrente, ignorando as necessidades do consumidor, segundo ele o principal motivo da ação conjunta das operadoras de telefonia. “Não estamos fazendo isso para diminuir a inadimplência ou cortar custos. Os usuários já disseram que preferem esse modelo unificado para simplificar a conferência”, afirmou o presidente da Intelig.
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