Instituições educacionais extraem benefícios da virtualização

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Instituições educacionais extraem benefícios da virtualização

Futuro promissor

O exemplo brasileiro do uso da virtualização é diferente e mais antigo. Como lembra o gerente de tecnologia da informação e administração do Grupo Bom Jesus, Sergio Roberto Santi, a virtualização foi adotada pela primeira vez há doze anos e no campo administrativo com a solução para entrega de aplicativos, mas nos últimos três anos eles vieram com evolução forte, aderindo também à virtualização de servidores e, mais recentemente, de desktops.

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?Tenho duas redes que ligam ao data center, uma pedagógica e outra administrativa. Na pedagógica é mais (virtualização) de servidores. A de desktop iniciamos porque, na parte da graduação, estamos com projeto de acabar com o laboratório físico e convertê-lo em virtual. Cada aluno terá seu equipamento, mas não é simplesmente entregar aparato, mas colocar solução, teremos portal do aluno e do professor. O projeto está para iniciar e com previsão de conclusão em três anos?, detalha.

No total, o grupo que tem mais de cem anos conta com 45 mil alunos espalhados por Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Como descreve Santi, toda a parte gerencial da instituição está virtualizada, de forma que as aplicações podem ser acessadas de qualquer device e a qualquer momento. No caso dos alunos, o projeto prevê virtualizar toda a vida acadêmica, propiciando o acesso à frequência, conceitos, materiais passados em sala e complementares. Atualmente, o sistema Moodle está implantado e permite interação entre aluno e professor, mas não da forma desejada. Assim, o sistema de ensino à distância será integrado ao futuro portal para ofertar uma experiência ainda mais completa.

Ainda está em estudo se o Grupo Bom Jesus financiará 100% dos aparelhos, se o aluno comprará por conta ou arcará com parte do custo, mas o CIO admite que existe grande possibilidade de que o device homologado seja um tablet com plataforma Android. O desafio que Santi vê pela frente, entretanto, não é financeiro e tampouco tecnológico. ?O treinamento do usuário é maior desafio no uso de uma ferramenta de forma diferente, por isso, começamos devagar. O diretor geral usa, consumerização é com ele, então, os outros seguem.?

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