O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), autor das propostas de lei que tratam dos crimes cometidos na internet, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, admitiu que a obrigatoriedade de identificação e cadastramento dos internautas junto aos provedores, considerado o ponto mais polêmico do projeto, pode ser retirada do texto. No entanto, ele advertiu que isso limitaria as possibilidades de investigações dos crimes cibernéticos.
Azeredo ressaltou que o objetivo da proposição é tipificar esses crimes e criar condições para combatê-los, e não limitar a liberdade dos internautas.
As afirmações foram feitas durante o seminário organizado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para debater o combate aos crimes na Internet.
*com informações da Agência Senado
A pressão por controle de custos vem alterando a dinâmica das áreas de tecnologia nas…
O mercado brasileiro de fintechs passou por uma transformação no perfil dos investimentos em 2025.…
O avanço da inteligência artificial e o uso estratégico de dados vêm transformando a forma…
Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades…
Peça a um modelo de inteligência artificial que gere a imagem de uma cidade, sem…
O IT Forum apresenta, semanalmente, os novos executivos e os principais anúncios de contratações, promoções e mudanças…