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A IBM decidiu focar quatro áreas específicas para atuar com sua estratégia de cidades inteligentes no mercado brasileiro: segurança pública, transporte, infraestrutura e energia. Segundo a companhia, que não detalha números, há cerca de ?uma dúzia de projetos? dentro do conceito de Smarter Cities em andamento no Brasil.
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A ideia é gerar referência levando recursos baseados em instrumentação, interconexão e análise de informações a cidades que sediarão a Copa do Mundo de futebol, em 2014. Além do Rio de Janeiro, há iniciativas dentro da estratégia em Salvador (BA), por exemplo.
?Cidades inteligentes não é uma campanha de marketing?, reforça Pedro Almeida, diretor que atua nessa frente para a fabricante no País, lembrando que ao longo dos últimos anos, a companhia tem investido bastante em pesquisa e na aquisição de empresas de software de análise. Somam-se a isso novas capacidades de hardware e serviço, que criou um ambiente propício para propagação do conceito.
Cidades e agências governamentais coletam e armazenam uma quantidade imensa de dados. Há, contudo, um desafio que antecede a tecnologia e que toca a falta de integração entre base de informação. ?Se você atacar os problemas pelo lado de tecnologia e de cultura, dá para fazer mudanças significativas que tragam resultados palpáveis?, define Mark Cleverley, diretor de soluções de segurança pública da IBM.
O jornalista viajou ao Rio de Janeiro a convite da IBM
Redação
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