Um dos maiores diferenciais da IRIS, ainda de acordo com Griffin, é o modelo de trabalho da companhia, o qual eles chamam de “caixa branca”. Isso significa que, à medida que cibercriminosos descobrem novas maneiras de roubar informações de cartão de crédito, os próprios clientes podem se adaptar para resolver a situação, sem necessitar da ajuda do fornecedor. Em um “modelo caixa preta”, o fornecedor controla todo o acesso e exige um processo para fazer alterações.
Outro ponto a favor é que a empresa usa aprendizado de máquina e cognição para evoluir com o passar do tempo, tanto para o lado do indivíduo quanto o institucional.
Por exemplo, se você não viajou para a Rússia e seu cartão foi utilizado lá, o sistema reconhece automaticamente que é uma fraude e sinaliza aquela conta. Desse modo, a fraude é identificada no momento em que ocorre e não posteriormente.