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Hoje, uma média de 250 mensagens é enviada por dia para a Grande São Paulo, mas a meta é duplicar este número até o fim deste ano. Com o novo canal de comunicação, o hospital espera diminuir o índice de ausência nas consultas agendadas.Um dos maiores problemas enfrentados é a interrupção dos tratamentos. Com os torpedos buscamos aumentar o índice de presença do paciente, explica o gerente de informática, Cristiano Guacelli.
O novo serviço complementa a confirmação das consultas realizadas por telefonistas em call center. Atualmente, 20% dos pacientes estão aptos a receber torpedos; e o objetivo é alcançar 50% até o fim de 2005.Não atingimos mais pessoas por causa da falta do telefone celular no cadastro. Mas estamos realizando uma campanha para aumentar a quantidade de pacientes que disponibilizam o número, diz Guacelli.
O processo de envio do SMS não tem nenhuma intervenção humana. “O departamento de informática gera um arquivo com e remete para a empresa responsável pela transmissão das mensagens, a Daci”, explica.
Além dos torpedos e das ligações através de call center, dentro de 70 dias, deve começar a funcionar o mesmo serviço de envio de informações via e-mail.Queremos aumentar cada vez mais as oportunidades de nos comunicarmos com os pacientes e levar a eles mais informações, conta o gerente.
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