Uma das medidas em análise no Legislativo propõe que o processo usado nas compras em pregão eletrônico seja ampliado para todas as modalidades de contratações da União, estados e municípios, como informou hoje (30) o secretário de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna.Ele destacou a economia de R$ 1,8 bilhão registrada pelo governo federal em 2006 utilizando o pregão eletrônico, e afirmou que o número pode ser maior quando o processo se estender para todas as tomadas de preço e concorrência.Enquanto a contratação por meio de pregão eletrônico leva em média 17 dias, a tomada de preços demora três meses, e a concorrência, quatro meses. E pode ser mais demorado ainda, uma vez que a legislação atual permite recursos administrativos nas diferentes fases da licitação, e o processo fica paralisado até o julgamento de todos os recursos; alguns dos quais pequenos erros formais a serem corrigidos.O secretário enfatizou que o pregão eletrônico é a modalidade mais barata de compras públicas, com vantagens também para os estados e municípios, que podem participar do sistema sem custos adicionais.*com informações da Agência Brasil
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