“O sistema já está em teste”, afirma o CTO (Chief Technical Officer) da Globalstar, Michael Vahrenkamp. Segundo ele, a velocidade nominal será de 9,6 Kbps, o que equivale, na realidade, a 7,2 Kbps ou 7,4 Kbps.
“O usuário do serviço poderá conectar seu computador pessoal, palm ou qualquer outro dispositivo à Internet, sem precisar de modem”, afirma Vahrenkamp, explicando que o acesso à rede ocorre pela porta serial do micro.
A Globalstar tem 3.000 clientes no Brasil, após quatro anos de operações e investimentos de US$ 180 milhões. “Os usuários do serviço são pessoas e companhias que fazem negócios fora da área de serviço da telefonia celular”, diz o executivo, apontando como exemplos profissionais de agribusiness, mineração e petróleo.
O aparelho da Qualcomm, que dá acesso aos serviços da Globalstar, está sendo vendido a R$ 1.990,00 e o minuto de ligação custa R$ 4,16. “Temos duas bases terrenas em funcionamento, em Presidente Prudente (SP) e Petrolina (PE). Até o final do ano vamos inaugurar a de Manaus (AM), passando a disponibilizar o serviço em todo o território brasileiro”, informa Vahrenkamp.
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