Setor financeiro se focará menos em tecnologias e mais em resultados, indica estudo

Levantamento Pulso, da Topaz, indica uso de IA se tornando mais pragmático no setor ao longo de 2026

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A imagem apresenta um conceito visual relacionado a finanças digitais e tecnologia. Detalhes principais: Elemento central: Uma mão aberta com uma sobreposição digital mostrando um ícone de carteira eletrônica contendo notas de dinheiro. Ao redor da carteira, há ícones que representam diferentes aspectos financeiros, como: Símbolos monetários (dólar, libra, iene, bitcoin). Ícones de segurança (escudo com check). Carrinho de compras (e-commerce). Gráficos e indicadores financeiros. Contexto físico: A pessoa segura um smartphone na outra mão, sugerindo uso de aplicativos financeiros ou pagamentos digitais. Um laptop está parcialmente visível sobre a mesa, reforçando a ideia de integração tecnológica. Traje formal (terno), indicando um ambiente corporativo ou profissional. Cores e iluminação: Tons escuros no cenário físico contrastando com os elementos digitais em azul neon, criando uma estética futurista e tecnológica. Essa imagem transmite inovação em serviços financeiros, transformação digital, segurança e praticidade nos pagamentos online. (crédito, cielo)
Imagem: Shutterstock

Da adoção acelerada de novas tecnologias para a aplicação estratégica e com resultados mensuráveis de fato: essa será a grande tendência tecnológica para o setor financeiro em 2026. Ao menos segundo um estudo recente da Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras, em parceria com a Celent. Foram ouvidos 1.023 líderes de instituições do setor em 20 países.

O estudo – chamado Pulso – O futuro dos pagamentos digitais na América Latina, em sua 7ª edição – indica que a infraestrutura tecnológica segue como maior prioridade de investimento para mais da metade das instituições financeiras nos próximos dois anos. Incluem-se aí modernização de sistemas legados, migração para nuvem e reforço da cibersegurança.

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A pesquisa indica ainda que a inteligência artificial deixou o estágio experimental e passa a ser aplicada de forma mais pragmática. Cerca de um terço das instituições aponta a IA como prioridade de investimento, com casos de uso principais em prevenção a fraudes, detecção de crimes financeiros e automação de processos críticos.

“A IA que apenas responde comandos está ficando obsoleta. O que ganha espaço agora é a inteligência aplicada, capaz de interpretar contexto, apoiar decisões e gerar valor mensurável para o negócio”, explica em comunicado Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Outro movimento destacado é o investimento em IA agêntica, que começa a impactar o atendimento ao cliente. Instituições que adotaram agentes registram reduções de até 25% no tempo médio de atendimento e aumentos próximos de 20% nos índices de satisfação, segundo dados consolidados por fornecedores globais do setor e citados no estudo.

É possível acessar a pesquisa completa (mediante cadastro) nesse link.

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A redação contempla textos de caráter informativo produzidos pela equipe de jornalistas do IT Forum.

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