“Falta uma liderança ou associação para MSPs no Brasil”, afirma Intel

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“Falta uma liderança ou associação para MSPs no Brasil”, afirma Intel

A Intel está num novo momento com o canal, focando a integração de soluções e até mesmo parceiros que façam o fornecimento de serviços gerenciados (MSP, da sigla em inglês). A ideia é dar um salto na proposta de valor de suas alianças e posicionar a fabricante para além do mundo das máquinas e processadores.

“Mas é muito complicado encontrar esses provedores de serviços gerenciados no País, pois não temos uma instituição de classe, uma liderança que nos ajude a encontrar o cara certo”, lamenta Maurício Ruiz, diretor de vendas da Intel Brasil.

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E esse é umdos principais problemas para alavancar a área de serviços em tecnologia no País, avalia o executivo. Para ele, as associações de classe ainda focam revendas e distribuidores, sem pensar numa estrutura capaz de administrar empresas que tenham core business mais robusto, que executem o papel da TI de muitas empresas.

“Junto a outras fabricantes, tentamos criar uma organização do gênero, mas isso demanda tempo e uma estrutura física. Não deu certo. Nos Estados Unidos, quando se busca um MSP, há três associações que te indicam quem são os mais qualificados para o que o fabricante precisa. Por aqui o processo é muito manual e danoso para o mercado. Acarreta lentidão, e é algo que não podemos ter”, afirma o executivo.

Claro que o universo de revendedores ainda é absolutamente maior que os de provedores de serviços gerenciados, mas de duas, apenas uma opção pode ser escolhida: forçar e alavancar as habilidades dessas empresas para serviços e integrações mais complexas ou continuar alimentando um discurso de mais dinheiro em serviços sem dar o empurrão necessário, diz Ruiz.

“Não é uma crítica. É mais sobre a necessidade de algo do gênero realmente bem estruturado e organizado para fazer o setor de TI no País crescer exponencialmente”, finaliza.

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