Só as companhias de e-commerce respondem por cerca de 35% dos sites que fecharam em 2001, apesar de no ano passado esse percentual ter sido maior, de 54%. Em 2001, sites de notícias, entretenimento e outras páginas de conteúdo somam 24% das falências, sendo que no ano passado somaram 27%.
As contas da Webmergers mostram que metade das companhias que quebraram durante os dois últimos anos tinham como objetivo principal atrair a atenção dos consumidores, uma tendência comprovada a partir do investimento em visuais e recursos sofisticados nos sites de muitas empresas. Já aqueles que tinham o objetivo de fazer negócios com clientes respondem por 38% das falências.
Apesar do clima desfavorável, a pesquisa indica que o número de falências diminuiu nos últimos dois meses – apenas 21 empresas faliram, a mais baixa taxa desde agosto de 2000, quando 10 companhias fecharam. Mas isso não significa que as companhias possam “respirar” com facilidade ainda, conclui o estudo.
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